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13/05/2013
JESUS FALA A UM SACERDOTE
Revelações ao Pe. Otávio Michelini - Itália
 
 
 

Nos primeiros anos da década de 1970 a Itália, tão  amada por Deus, recebeu mais uma vez uma grande graça. Nesse período, Nossa Senhora falava por Locução interior a um sacerdote, Pe. Stefano Gobbi; e Nosso Senhor, também por Locução interior, falava a outro, Pe. Otávio Michelini. A seguir divulgamos duas importantes mensagens sobre o sacerdócio:  

Mensagem de JESUS em 30/11/1976:

O SACERDOTE, VÍTIMA PELA NATUREZA DO SACERDÓCIO  - SACERDOS ALTER CHRISTUS-

“Escreve, meu filho:  

Quis dar-te um esclarecimento sobre as almas vítimas, antes de te dizer que cada sacerdote deve ser uma alma vítima.  Esta afirmação suscitará em muitos a surpresa, noutros o espanto, noutros a incredulidade, ou seja, esta verdade provocará diversas reações, correspondentes aos diversos estados de alma dos que lerem estas mensagens.

Contudo, mantenho firmemente que cada sacerdote deve ser uma alma vítima. 

Com efeito, meu filho, sou ou não sou eu a Vítima por excelência? Diz-me, meu filho, não sou eu a Vítima pura, santa e imaculada que aplacou a cólera divina, satisfez a divina justiça? E quem é o sacerdote senão um "alter Christus"? Quem são os meus sacerdotes senão os meus naturais co-redentores, e que co-redenção seria possível sem se fazerem vítimas, como eu me fiz vítima pela vossa salvação?

Não fui eu Sumo Sacerdote e, ao mesmo tempo, Vítima, que me imolei a mim mesmo pela vida do mundo? 

Filho, numa anterior mensagem está claramente explicada a participação que o sacerdote deve ter na celebração da Santa Missa, e eu disse-te: Ai dos sacerdotes que um dia descobrirão que, na Santa Missa, foram apenas protagonistas inconscientes, passivos e presentes apenas materialmente, em lugar de estarem conscientemente  presentes,

constantes e participantes comigo. Estiveram presentes sob a Cruz e estão presentes comigo em cada Santa Missa a minha Mãe e São João!

 Fundir-se com a Vítima Divina 

 Se um sacerdote não está presente no Santo Sacrifício com a firme e efetiva vontade de se oferecer a si mesmo, em união comigo, ao Pai Celeste, pela remissão dos pecados, razão de ser do sacrifício oferecido, o sacerdote esvazia praticamente o seu sacerdócio da sua essência, desnaturando e deformando a natureza do caráter sacerdotal, mutilando o seu sacerdócio do seu objetivo; em suma, este sacerdote massacra o seu sacerdócio real, participação do meu. Imagina um assassino que massacra a sua vítima

despedaçando o seu corpo.  Filho, mas que fizeram então os pastores e os educadores, se não foram capazes, se não souberam introduzir nas almas dos "chamados" o

conhecimento da natureza, da essência, do objetivo do caráter sacerdotal?

Dois esposos que chegam ao casamento sem conhecerem a sua natureza e o seu objetivo, não são eles dois pobres infelizes? Um clérigo que chega ao sacerdócio sem conhecer, a fundo, a sua essência, natureza e objetivo, é muito mais que um pobre infeliz, pois não só põe em perigo a sua alma, como também um grande número de almas ligadas ao seu sacerdócio no plano da economia divina.

O sacerdote, não só deve ser vítima, como se torna  vítima da própria natureza do seu sacerdócio; se, em seguida, recusa  este estado de vítima, transforma-se num traidor em relação ao mistério da Redenção, com Judas.

 O sacerdote, vítima pela própria natureza do seu sacerdócio 

 Feliz daquele que está consciente da grandiosa e sublime vocação e missão sacerdotal, e docilmente se oferece ao amor  infinito de Deus, que se dignou tirá-lo do excremento e do pó da terra, para o elevar à maior e mais sublime dignidade à qual pode aspirar uma criatura.  Feliz daquele que, consciente de ter sido feito um  'vaso de eleição', se

esforça, com Cristo, por segui-lo ao Calvário, para fundir os seus sofrimentos com os da Vítima Divina, para ser depois, com a Vítima Três-Vezes-Santa, libertador de tantas almas do jugo e da brutal tirania de Satanás. Feliz do sacerdote que não aceita, nem pactua, nem  se compromete com os inimigos de Deus, com os inimigos da Igreja e com os inimigos da sua alma e da sua consciência.

Feliz do sacerdote que recusa qualquer colaboração  com as forças obscuras do inferno e caminha pela estrada da perfeição e da santidade, segundo o preceito: "Sancti estote"; porque se um tal preceito de santidade é para todos, é claro e evidente que o é especialmente para os meus ministros, que têm de ser santos para santificar.

  Que dizer da formação dada hoje nos seminários?

 Meu filho, que pavorosa distorção, em nome de um progresso e de uma evolução subversiva, que contrasta claramente com os meus exemplos e ensinamentos! 

Pastores, que  assistis passivamente a uma tal perversão espiritual, não julgueis que escapais às vossas gravíssimas responsabilidades; os vossos sofismas não servem para fechar os olhos de Deus. Em breve vereis com os vossos olhos e em breve pagareis do vosso bolso, por todo mal que não soubestes ou não quisestes impedir, por todo bem que não fizestes. 

Eu te abençoo, meu filho.”  

 
 
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