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03/04/2016
SANTOS DO DIA - 03 DE ABRIL
SANTAS IRENE, QUIÔNIA, ÁGAPE E SÃO RICARDO DE CHICHESTER
 
 
 
SANTAS IRENE, QUIÔNIA E ÁGAPE 
 
 
 
 
 
 
 
A Igreja comemora hoje o dia de Santa Irene e suas irmãs, Santa Quiônia e Santa Ágape. As mártires Agápia, Irene e Quiônia eram irmãs e moravam perto da cidade de Aquiléia, no norte da Itália, no final de seculo III. Ainda meninas, elas ficaram órfãs, decidiram não casar e levavam uma vida piedosa.
 
 
 
 
Essas três irmãs foram martirizadas por volta do ano 304, durante perseguição de Diocleciano por haverem escondido grande parte de livros cristãos em casa. O imperador Diocleciano começou perseguir implacavelmente os cristãos, de modo que todas as prisões eram superlotadas por eles.
 
 
Ao saber que foram denunciadas ao imperador, Irene e suas irmãs tentaram refugiar-se nas montanhas, porém foram encontradas e condenadas a morrer queimadas vivas. Foram levadas à presença do governador da Macedônia e submetidas a interrogatório, confessaram sua fé. Ágape e Quiônia foram imediatamente levadas ao martírio e queimadas vivas. Santa Irene foi interrogada novamente. Como manteve firme sua profissão de fé foi colocada nua em um bordéu, como ninguém ousou tocá-la foi levada novamente ao imperador que a condenou a morte, sendo queimada viva juntamente com seus livros. 
 
 
 
 
Na missa dedicada a elas, é feita menção de que elas não tiveram medo nem de feras, nem de mutilações, nem de outras torturas. Santa Anastácia, chamada de Livradora dos Acorrentados, porque ela aliviava as dificuldades dos prisioneiros cristãos, sepultou as santas relíquias.
 
 
 
 
SÃO RICARDO DE CHICHESTER
 
 
 
 
 
São Ricardo Bachedine nasceu na Inglaterra em 1197, Seus pais, camponeses pobres, morreram muito cedo e deixaram-lhe como herança muitas dívidas e um casal de irmãos.
Por isso Ricardo se acostumou desde cedo ao trabalho duro da fazenda. Só mais tarde, depois de cuidar dos irmãos, pode iniciar os estudos com os beneditinos em Worcester. 
 
Completou sua formação na Universidade de Oxford, onde foi eleito reitor. Desde então, começou sua atuação em prol da Igreja, pois eram anos de grande corrupção moral. 
 
O povo, ignorante e supersticioso, aceitava passivamente a vida devassa dos nobres e do clero, que há muito estava afastado da disciplina monástica.
Ricardo, ao contrário, vivia com austeridade e passou a lutar por uma reforma geral nos meios católicos, para com isso elevar o nível de vida do povo, tanto material quanto espiritual.
Na universidade, favoreceu a aceitação dos frades franciscanos e dominicanos, que aos poucos instituíram a volta da disciplina e da humildade entre os religiosos e seus agregados.
 
 
 
 
 
Essa postura acabou gerando retaliações do rei Henrique III ao bispo da Cantuária – Edmundo Rich – sob a orientação de quem Ricardo agia. Perseguido pelo rei, o bispo buscou exílio na França e Ricardo o acompanhou fielmente até que morresse. Ao morrer o Bispo Edmundo deixou-lhe de herança um cálice, que se tornaria o emblema de São Ricardo. Com efeito, diz-se que, durante a celebração da missa, o cálice caiu-lhe das mãos, mas as sagradas espécies não se derramaram.
 
Foi neste período que, por insistência do bispo, ordenou-se sacerdote, apesar dos seus quarenta e cinco anos.
Os seus talentos e sua dedicação foram recompensados um ano depois, quando o novo arcebispo da Cantuária – Bonifácio de Savóia – consagrou-o bispo de Chichester. Henrique III ficou furioso, apossando-se dos bens da diocese e proibindo Ricardo de assumir seu cargo.
 
Mas Ricardo não se intimidou, voltou disfarçado de mendigo e, na clandestinidade, atuou durante dois anos, organizando o trabalho pastoral da diocese junto ao povo explorado.
Foi obrigado a pedir hospitalidade a um pároco rural, locomovia-se a pé para as visitas pastorais e ganhava seu sustento arando o campo.
 
Entretanto o papa Inocêncio IV perdeu a calma e ameaçou excomungar o rei, que teve de aceitar Ricardo como bispo de Chichester.
Assim, ele pôde atuar com liberdade até morrer, em Dover, no dia 3 de abril de 1253, a caminho de uma cruzada. 
 
Ricardo foi sepultado no cemitério da catedral de Chichester e sua santidade era tanta que, nove anos depois, o papa Ubaldo IV o canonizou.
 
São Ricardo é festejado, tanto pelos católicos como pelos anglicanos, no dia 3 de abril, sendo venerado como padroeiro dos cavaleiros e dos cocheiros.
 
“É melhor vender os próprios cavalos e os vasos de prata em lugar de deixar os membros de Jesus Cristo, vale dizer, os pobres, na miséria.”
 
 
 
Nesta data também se comemoram Marino e Astério (262 DC, mártires), Emetério e Celidônio (304 DC, mártires), Artelaide (560? DC, virgem), Nona ou Nonita (século VI), Guinvaleu (século VI, abade), Anselmo de Nonantola (803 DC, abade), Cunegundes (1033 DC, viúva), Gervino (1075 DC, abade), Serlo (1104 DC, beato, abade de Gloucester), Elredo (1167 DC, abade de Rievaulx), Jacobino de Canepaci (1508 DC, beato), Teresa Verzeri (1852 DC, beata, virgem e fundadora das Filhas do Sagrado Coração), Inocêncio de Berzo (1890 DC, beato), Luciólo, Pedro Renato Roque, Liberatus Weiss (servo de Deus, mártir, franciscano da 1ª ordem).
 
 
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