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07/12/2015
EM HONRA Á VIRGEM MARIA
A mais bela criatura
 
 
 
A MAIS BELA CRIATURA
I
Não haverá coisa mais fácil
Mais fácil de explicar
Qual será a pessoa mais bela
Que neste mundo soube amar.
II
Sim, esta mãe não pode ser senão
A Estrela da paz e da alegria
Do amor e da esperança
A Estrela divina – Maria.
III
Luz do mundo, santa e bendita
Estrela fulgente e brilhante
Farol de eterna salvação
Luz do eterno sol fulgente.
IV
Guia do pobre nauta da vida
Porto de eterna salvação
Farol em noite tempestuosa
No mar da vida, da aflição.
V
Virgem Maria nossa ventura
Virgem Maria, foco de luz
Tu vives em nosso coração
Como sentinela de Jesus.
VI
Ó refúgio dos pecadores
Amparo do pobre sofredor
Que nesta vida de vós quer fugir
E, por isso, só encontra a dor.
VII
Protetora dos fiéis cristãos
Na grande viagem da vida
Através de escombros sinistros
Nesta grande batalha renhida.
VIII
Ó Rainha de todo o mundo
Soberana da terra e dos sonhos meus
Salve Virgem potente e bela
Virgem do universo e dos caminhos meus.
IX
Salve Virgem pura, belíssima
Esplendor e glória do mundo
A mais bela entre as mulheres
Sempre nisso me aprofundo.
X
Ó consoladora dos aflitos 
Houve o filho que a ti clama
Neste vale de dor e lágrimas
Houve, Mãe o filho que te chama.
XI
Qual será a criatura, Virgem santa
Que a Vós se compara em esplendor?
Em beleza, alegria e amor sempre fiel
O precursor de Nosso Senhor?
XII
Filha da Santíssima Trindade
É chamada com muita razão
Porque gerou o Deus de amor
Deus da alegria e da consolação.
XIII
Esposa castíssima e fiel
Do operário São José
Cumpriu sempre fielmente
Os deveres com muita fé.
XIV
Chamada Casa de Ouro,
Todo o bom filho que A ama
Ela o guarda em sua casa
O filho então a Ela chama.
XV
Maria é a porta do céu
Nem um só homem entra na glória
Sem passar pela porta do Céu
Sem antes alcançar a vitória.
XVI
Nem um só cristão ou pagão
No céu poderia feliz entrar
Sem ter uma grande devoção
Sem querer a Maria amar.
XVII
Ela é a esposa da alma
Da alma pura, virgem, bela
Ela guarda a alma amante
Sob a sua celeste umbela.
XVIII
Recorramos à Virgem Santíssima
Sim, recorramos com confiança
E muita alegria espiritual
Com amor, fé e esperança.
 
XIX
Quem a invoca na tentação
Na morte e no perigo
Não terá medo de se perder
Porque achou um bom abrigo.
XX
Salve Virgem, Mãe do Salvador
Sempre toda bela de brancura
Do negro pecado tens horror
Livrai-nos Virgem de ternura.
XXI
Vós sois Mãe, a Virgem que ampara
O pobre filho que Vos procura
E o guardais sob o Vosso manto
Livrando-o, assim, da amargura.
XXII
Mãe, sois a minha ventura
Amparo nesta dura lida.
Ó Mãe sempre boa e carinhosa
Por nosso amor sempre em lida.
XXIII
A Vós Virgem venho com amor
Procurando o bem e a paz
Procurando a alegria
Que só Você me traz.
XXIV
Sem Vós, ó Mãe não há glória
Neste mundo cheio de tristeza
Onde só sinto a escuridão
Pelos pecados da natureza.
XXV
Vós sois a estrela brilhante
Que iluminais o pobre filho
Com vossa eterna claridade
E com o manto de eterno brilho.
XXVI
Que buscarei sem Vós neste mundo?
Neste mundo corrompido e sinistro?
Escutai a minha pobre voz
Que eu possa ser o vosso ministro.
XXVII
Sede sempre minha protetora
Junto ao bom Deus Nosso Senhor,
Quando me virdes em tentação
Sede o meu anjo protetor.
XXVIII
Que vos darei, ó Virgem Mãe pia
Em gratidão a tanto amor?
Queira aceitar, ó Virgem Maria
Minha alegria e minha dor.
XXIX
Salve Virgem fiel e poderosa
Sim, todo o poder Vos foi dado
No universo, céu e terra
Por haveres o Cristo gerado.
XXX
Qual será a criatura virgem
Que, como Vós, tem igual poder?
A santa virgem e mártir Ignez?
Não! Só o vosso Filho  pode ter.
XXXI
Eis aqui minha querida Mãe
Eis o meu coração, ó Virgem 
Quando preciso descansar a Ti venho
 Pois, certo estou de encontrar a paz
Meu coração, em Ti a paz eu tenho.
XXXII
Virgem Mãe do nosso Salvador
Cooperadora da redenção
Vitimada por nossos pecados
Alcançando-nos, assim, o perdão.
XXXIII
Ó Virgem santa e sempre bela
Mãe castíssima, Virgem pura
Teu corpo e tua alma virginal
Levadas na eterna ventura.
XXXIV
Teu coração sempre virginal
Foi transpassado por uma espada
Vendo o seu Filho divino
Vítima por nós imolada.
XXXV
Ninguém no mundo soube amar
Como a Virgem Mãe do salvador
Mulher santa entre as mulheres
A Virgem Mãe de nosso Senhor.
XXXVI
A Virgem Maria foi destinada
Para a glória de Jesus
Criada isenta do pecado
Em meio à divina luz.
XXXVII
Sim, este tão alto privilégio
Lhe deu o Divino salvador
Destinando, assim, a Maria
Para a glória do Criador.
XXXVIII
Hoje ainda seria o homem
Infeliz e desgraçado réu
Se o Filho divino de Maria
Não lhe abrisse a porta do céu.
XXXIX
Todo o orgulho da serpente
Ela própria o esmagou
E das cadeias do inferno
As pobres almas libertou.
XL
A Maria sempre invocarei
Nas lutas e trabalhos meus
A sempre pura Virgem Imaculada
Mãe do nosso altíssimo Deus.
XLI
Maria, tu és e serás sempre
A glória, suprema beleza
Mais bela do que a aurora
Minha mais bela e doce riqueza.
XLII
Entre as nuvens do céu sereno
Sempre haverá um pedaço
Deste teu manto azul celeste
A pairar lá no azul espaço.
XLIII
Milhares de estrelas fulgirão
De Teu nome divino – Maria
Nome que nos alcança a vitória.
A glória eterna, no glorioso dia.
 
XLIV
Em maio no teu sagrado mês
Serás na terra um belo hino
Venerada por milhões de seres
Soarás na voz de cada sino.
XLV
Vives no coração de cada criança
No meigo olhar do moço
Nos lábios da mulher
Sim, eu sem Ti nada posso.
XLVI
A Mãe das gerações lá está
Comovida, corando aos pés da cruz
Enquanto o divino Filho morre
Ficando o mundo sem o Sol, sem a luz.
XLVII
Sua alma triste e chorosa
Transpassada por uma espada
Dor e lágrimas está vertendo
Sentindo que está transpassada.
XLVIII
Troca-se o assombro dos montes
Em religioso e santo pavor
João soluça comovido
Vendo sua Mãe chorar de dor.
XLIX
Qual será a geração incrédula
Qual será o povo que não chora
Vendo a Mãe da humanidade
Vendo a Maria - Nossa Senhora.
L
Ei-la dolorosa junto ao seu Filho
Que pende de uma cruz
Triste, triste, como não chorar?
 
Vendo morto o divino Jesus.
LI
Ela já vê aberto o túmulo
E lá cai a pedra tombada
Vê Jesus, seu filho divino
A luz radiante apagada.
LII
Vinde todos, ó pobres viventes
Vinde aflitos ver este Sinal
Vós que chorais lágrimas de dor
Vós que estais aflitos no mal.
LIII
Ó vós todos de dores tão rudes
Vinde ver se haverá dor mais angustiosa
Mais funda e mais acérrima
Que sofre esta Mãe tão dolorosa.
LIV
O que Ela tem em seus braços
É a Paz, o Bem, o Amor
A luz do mundo, o sol ardente
E em paga recebeu só a dor.
LV
Quem poderia, ó Mãe terníssima
Tentar só um pouco consolar-Te
Tendo em teus braços o Eterno amor?
Não querendo dele apartar-te?
LVI
Jesus será Sol fúlgido
Cetro, glória, trono e sólio
Abre os teus braços, ó Maria
De lá do alto capitólio.
LVII
Bem vês, Maria, o mundo inteiro
Em hinos celebrar Quem os remiu
E agora teus filhos gloriosos
Não choram mais, sua dor sumiu.
LVII
Livres como pássaros nós vimos
A teus pés, ó Maria amada
Cumpre o teu legado, ó Virgem
Com os teus filhos, agora sem a espada.
LVIII
Sob as tuas asas, ó Cândida pomba
Guarda-nos, protege-nos, Virgem Maria
Que o Teu nome repetiremos sempre
Com ardor, com santa alegria.
LIX
Quem poderá definir a tua glória
Que com tanto sofrimento obtiveste
E a Tua imensa luz e beleza
Lá na infinita Glória celeste.
LXX
Quem poderá descrever o teu poder
Sobre o Coração do amado Jesus
Que Deus Nosso Senhor te concedeu
Com os seus sofrimentos lá na cruz.
LXXI
Quem pode comparar a beleza
Quem a pode definir e comparar?
Quem no mundo, no universo
Quem como Tu saberá amar!
LXXII
OS homens representam belezas
Do teu corpo apenas exteriormente
Mas qual o homem que possa representar
As belezas de tua alma interiormente?
LXXIII
A tua beleza interiormente
Ninguém a pode representar
Senão o divino Filho vosso
Vítima por nosso amor.
LXXIV
Lírio das eternas colinas jardim célico
Perfume do infinito vergel
Mística Rosa do jardim célico
Alegria do filho fiel.
LXXV
Bálsamos de suave perfume
Rescendendo na Celeste Jerusalém
Estípite da geração crédula
Na pequena cidade de Belém.
LXXVI
A mais pura de todas as Virgens
A mais bela flor que existiu
O bálsamo mais perfumoso
Que o mundo já produziu.
LXXVII
Pomba cândida e imaculada
Mais branca que a neve célica
Do que os anjos mais pura, mais formosa
Ó jasmim, flor pura e angélica.
LXXVIII 
Fostes entre flores de alegria
Entre odoríferas, linda rosa
Entre risos de anjos cristalinos
Ao céu levada, flor perfumosa.
LXXIX
Deixaste este vale de lágrimas
Para no céu gozar eternamente
No doce e celeste paraíso
Perdido pela cruel serpente.
XC
Salve Virgem sacrossanta
Flor bela, suavíssima
A Flor que o Paraiso nos deu
Alma castas, santa e puríssima.
XCI
Que imenso poder Deus vos deu
Sobre o seu Divino Coração
Poder que sempre se estende
De uma a outra geração.
XCII
Suspendes o gládio de Deus
Quando, ameaçador se levanta
Para castigar a pecadora humanidade
Porque Vós sois verdadeiramente santa.
XCIII
Quem como Vós tem igual poder
No universo, no céu, na terra
O mundo a Vós confiado
Em Vosso coração se encerra.
XCIV
Vos obedecem as estrelas e o sol
Os elementos da natureza
Todos obedecem prontamente
Atraídos pela Vossa beleza.
XCV
Imperais ao vento e ao mar
Aos rochedos e à montanha
Às feras que rugem na mata
Ao Vosso mando acalmam a sanha.
XCVI
Um poder imenso e tão grande
Vos deu o divino Criador
Porquê da terra e do universo
É Ele soberano Senhor.
XCVII
Por que o Vosso Divino Filho
Vos deu tão soberano poder?
Foi por que com Ele sofrestes
E O acompanhastes a morrer.
XCVIII
Por que com Ele sofrestes
Com Ele alcanças-te a vitória
Por isso agora, lá no céu
Participais da eterna glória.
XCIX
Como poderia o Filho eterno
Que reina tão gloriosamente
Negar a glória a sua Mãe
A esta Mãe tão clemente.
C
Maria no céu vence e reina
Mais sublime do que os anjos
Mais sublime do que os serafins
Mesmo acima dos Arcanjos.
 
Autor: Pedro Titon
 
 
 
 
 
 
 
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