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04/11/2010
CREIO NA IGREJA CATÓLICA - Conclusão
 
 
 

A Igreja é Católica  A palavra católica vem do grego “CATHOLIKÓN”, que significa “universal”, “geral”, “por toda parte”. A Igreja fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo é católica, isto é, universal, pois tem em seu âmago a ordem de Cristo para pregar, ensinar, batizar e fazer discípulos de todas as nações (Mt 28,19-20; Mc 16, 15-20). A Igreja é por natureza católica em sua missão de levar a Boa Nova para toda tribo, língua, povo e nação (Ap 5,9;7,9-12). A catolicidade da Igreja não encontra fronteira para anunciar a salvação a toda criatura, até os confins da terra (At 1,8). Somente a Igreja Católica têm esta qualidade característica da verdadeira Igreja de Cristo. A catolicidade (universalidade) da Igreja tem várias faces:

1. Geográfica e antropológica.

É a face externa, e que significa a abertura para todos os seres humanos de todos os tempos e lugares da terra.

2. Pessoal, ontológica.

          Significa que a Igreja é a depositária de toda a Verdade revelada pela Bíblia (escrita), e pela Tradição (oral); e recebeu de Cristo a “plenitude dos meios da Salvação”, como enfatizou o decreto do Concilio vaticano II sobre o Ecumenismo (VR, 3). A catolicidade suscita duas práticas abissais: doutrina e missão. A doutrina apostólica, o depósito da fé (1Tm 6,20; 2 Tm 1,12-14; 3,10). A missão da Igreja é levar a salvação e a verdade a todos os seres humanos (1 Tm 2,4-8;3,15;4,14-61;2Tm 4,1-5). Cada cristão é responsável por essa missão que é da Igreja toda (LG, Nº17; AG, Nº23). Disse o Papa Bento XVI: “Sede discípulos fiéis, para serdes missionários valentes e eficazes” (3). Ser Cristão de fato e de verdade é ser fiel à doutrina apostólica e as missões aqui e além fronteiras.  “Ai de mim, se eu não anunciar o evangelho” (1 Cor 9,16).  Santo Inácio, bispo de Antioquia, foi o primeiro a usar a palavra ‘católica’ na história da Igreja. A palavra foi usada em oposição às particularidades e partidarismo das seitas e heresias locais. Os sectários gnósticos e docéticos ameaçavam a paz e a unidade da Igreja Católica Apostólica de Cristo. Escreve Santo Inácio numa carta dirigida aos cristãos de Esmirna: “Onde quer que se apresente o Bispo, ali esteja também a comunidade, assim como a presença de Cristo Jesus nos assegura a presença da Igreja Católica” (Aos Esmirnenses 8,2).Afirma Santo Inácio: “A comunidade se reúne onde estiver o bispo e onde está Jesus Cristo está a Igreja católica”. No Coliseu em Roma, Santo Inácio tornou-se mártir da fé católica, no dia 20 de dezembro de 107. Escreve na Carta aos Romanos: “Trigo sou de Deus, e pelos dentes dos leões devo ser moído, a fim de ser apresentado como pão limpo a Cristo”. Não foi à toa que ele bradou: “É preciso não só levar o nome de cristão (católico), mas ser de fato”. Foi em Antioquia que os discípulos pela primeira vez, foram chamados de cristãos (At 11,26).

A Primazia da Igreja de Roma

            “A vós todos que estais em Roma, amados de Deus e chamado à santidade, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo”. “Em primeiro lugar, eu dou graças ao meu Deus mediante Jesus Cristo, por todos vós, porque vossa fé é celebrada em todo o mundo” (Rm 1,7-8). Os dois grandes apóstolos de Jesus Cristo: São Pedro e São Paulo foram martirizados em Roma. São Pedro em sua primeira Carta, menciona a Igreja que está em Babilônia, isto é, Roma, como eleita (1Pd 5,14). O titulo de “eleita” designa a igreja dos eleitos, ou seja, igreja santa, Igreja do Povo de Deus (Cf. 1 Pd 2,9-10).

                Sobre a Igreja de Roma, já dizia Santo Inácio de Antioquia: “É aquela que preside a caridade”. Santo Irineu (140? - 202) é o mais famoso dos escritores cristãos de fins do segundo século. Foi bispo de Lião e morreu mártir.

                Afirmava: “Pois com essa igreja [a de Roma], em razão da sua origem mais excelente, deve necessariamente concordar cada igreja; isto é, os fiéis de toda parte”. (Contra as Heresias 3.3,2).  “Com efeito desde a descida a vós do Verbo Encarnado, todas as Igrejas Cristãs de toda parte consideraram e continuam considerando a grande igreja que está aqui [em Roma] como única base e fundamento, visto que, segundo as próprias promessas do Salvador, as portas do inferno nunca prevalecerão sobre ela” declarava o bispo de Turim, São Máximo (580-662). Escreve o teólogo e monge beneditino Dom Estêvão Bittencourt: “O magistério dos Papas (Bispos de Roma) foi mais e mais reconhecido, especialmente por ocasião de debates teológicos nos quais o Papa era chamado a intervir ou tomava a iniciativa de intervir, usando da sua autoridade em favor da ortodoxia. A Igreja de Roma era tida como baluarte da reta fé, que ninguém podia ignorar; é o que atesta Santo Irineu († 202):” “Com essa Igreja romana é necessário que todas as Igrejas se ponham de acordo por causa da sua eminente autoridade e porque, por ela, a tradição que vem dos Apóstolos, sempre foi conservada” (Contra as Heresias III, 24). S. Irineu professa ainda que “a verdade só pode ser encontrada na Igreja, que é sempre a mesma e que goza do carisma da verdade apoiada no testemunho dos profetas, dos Apóstolos e de todos os discípulos, pois onde está a Igreja, fonte de toda graça; em suma aí está o Espírito da Igreja, a própria verdade” (Contra as Heresias III 24). (4).

Ensina o Catecismo

          A palavra “católico” significa “universal” no sentido de “segundo a totalidade” ou “segundo a integralidade”. A Igreja é católica em duplo sentido: Ela é católica porque nela Cristo está presente. ‘Onde está Cristo Jesus, está a Igreja católica”. Nela subsiste a plenitude do Corpo de Cristo unido à sua Cabeça, o que implica que ela recebe dele “a plenitude dos meios de salvação” que ele quis: confissão de fé correta e completa, vida sacramental integral e ministério ordenado na sucessão apostólica. Neste sentido fundamental, a Igreja era católica no dia de Pentecostes, e o será sempre, até ao dia da Parusia. (CIC Nº 830). Ela é católica porque é enviada em missão por Cristo á universalidade do gênero humano. Todos os homens são chamados a pertencer ao novo Povo de Deus. Por isso este Povo permanecendo uno e único, deve estender-se a todo o mundo e por todos os tempos, para que se cumpra o desígnio da vontade de Deus, que no início formou uma só natureza humana, e finalmente decretou congregar seus filhos que estavam dispersos... Este caráter de universalidade que marca Povo de Deus é um dom do próprio Senhor, pelo qual a Igreja Católica, de maneira eficaz e perpétua, tende a recapitular toda a humanidade com todos os seus bens sob Cristo Cabeça, na unidade do seu Espírito. (CIC Nº 831).

A Igreja é Apostólica

           Deus colocou para o governo da Igreja primeiramente apóstolos (1 Cor 12,28).  Para o aperfeiçoamento dos santos em vista do ministério, para a edificação do Corpo de Cristo, até que alcancemos todos nós a unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus (Ef 4,11.12). A Igreja de Cristo está fundamentada na doutrina dos apóstolos (Ef 2,20).  A Verdadeira Igreja de Cristo nasceu, cresceu e vai continuar sempre fiel a revelação doutrinária dos apóstolos (At 2,42;6,1-6;16,4; Ef 3,5; 2Pd 3,2; Ap 21,14).

                Os bispos - apóstolos de hoje - continuam a mesma missão como sucessores do Colégio Apostólico, em comunhão com o Papa, sucessor de Pedro, na qualidade de chefe visível e Pastor Universal de todos rebanho Católico. Escreve Santo Irineu: “Assim, todos os que desejam a verdade podem perceber em qualquer igreja a tradição dos apóstolos manifestada no mundo inteiro”. E nós podemos enumerar os que os apóstolos instituíram como bispos nas igrejas, bem como suas sucessões até nossos dias” (Contra as Heresias III, 3,1). São Cipriano, mártir e bispo de Cartago no Norte da África, escreve sobre a comunhão com a cátedra de Pedro: “O Senhor edifica a Sua Igreja sobre um só, embora conceda igual poder a todos os apóstolos depois de sua ressurreição... No entanto, para manifestar a unidade, dispõe por sua autoridade a origem desta mesma unidade, dispõe por sua autoridade a origem desta mesma unidade partindo de um só. Sem dúvida, os demais apóstolos eram, como Pedro, dotados de igual participação na honra e no poder; mas o princípio parte da unidade para que se demonstre ser única a Igreja de Cristo... Julga conservar a fé quem não conserva esta unidade da Igreja? Confia estar na Igreja quem se opõe e resiste à Igreja? Confia estar na Igreja, quem abandona a cátedra de Pedro sobre a qual está fundada a Igreja? (Sobre a Unidade da Igreja). Os Santos Padres da Igreja diziam: “Onde está Pedro está a Igreja; onde está a Igreja está Cristo”.

As Sete Características Apostólicas

           No novo testamento, os doze apóstolos foram escolhidos por Nosso Senhor Jesus Cristo, para serem testemunhas de sua Ressurreição, e foram solenemente encarregados por Ele para pregarem o Santo Evangelho do Reino de Deus, fundar e administrar igrejas na face da terra. Os Santos Apóstolos receberam de Cristo o poder de ensinar, santificar e governar o Povo de Deus. Os seus sucessores, os bispos, têm a mesma missão. É o que nos ensina o Concilio Vaticano II: “Juntamente com múnus (missão sagrada) de santificar, a consagração episcopal confere ainda os de ensinar e de governar...” (LG, 20). Todavia, para que isso seja verdadeiro é necessário que o bispo esteja “em comunhão hierárquica com a cabeça [o Papa] e com os membros do colégio” (LG, 20).

Vejamos as sete características apostólicas:

1) São chamados e escolhidos por Cristo para o ministério apostólico.

(Mt 4,18-22;10,1-42; Jo 15,15.16; At 1,17.25; 9,15-18).

2) São discípulos de Jesus e entendem o mistério do Reino de Deus. (Mc 4,11; Mt 11,25-27; 16,12-16; At 1,21.22). Compreendem a visão profética da Igreja (At 20,27-31;1Cor 10,32; 1 Tm 4,1.2; 1 Jo 2,18-20).

3) Tem revelação, visão e contemplação.

(Mt 16,17; 17,1-9; At 10,10.17; 23,11; Gl 1,12.16; 1 Cor 9,1; 1 Cor 12,1-4; Ap 1,1).

4) São desprovidos de bens materiais. A sua riqueza é Cristo e a sua mensagem.

(Mt 4,22; 19,21,29; Lc 14,33; At 4,36.37; 2 Cor 11,27.28; Fp 3,8; 4,12).

5) Tem a missão específica do martírio.

(Mt 5,11-20; 10,16-22.28; Jo 16,1.2; 2 Tm 4, 6-8).

6) Prega onde Jesus não é conhecido.

(2 Cor 10,16; Rm 15,20). Daí o apóstolo é um missionário, fundador de igrejas.

(Mc 16,15-20; Mt 28,19.20). É um embaixador. (Ef 6,20). Não tem Pátria. (Mt 10,23; At. 1,8). Todos os apóstolos de Cristo morreram mártires, em terras estrangeiras, exceto João.

7) São detentores de poderes miraculosos. São acompanhados de sinais, prodígios e maravilhas. (Como: cegos vêem, surdos ouvem, mudos falam, paralíticos andam, e o principal sinal: MORTOS SÃO RESSUSCITADOS).

(Mt 10,8; At 5,15; 9,40; 20,9-12;1 Cor 2,4.5; 2 Cor 12,12).

Ensina o Catecismo

A Igreja é apostólica por ser fundada sobre os apóstolos, e isto em um tríplice sentido:

— ela foi e continua sendo construída sobre “o fundamento dos apóstolos” (Ef 2,20; At 21,14), testemunhas escolhidas e enviadas em missão pelo próprio Cristo;

— ela conserva e transmite, com a ajuda do Espírito que nela habita, o ensinamento, o depósito precioso, as salutares palavras ouvidas da boca dos apóstolos;

— ela continua a ser ensinada, santificada a dirigida pelos apóstolos, até a volta de Cristo, graças aos que a eles sucedem na missão pastoral: o colégio dos bispos, “assistido pelos presbíteros, em união com o sucessor de Pedro, pastor supremo da Igreja”. (CIC Nº 857)

A missão dos Apóstolos

       Jesus é o Enviado do Pai. Desde o início de seu ministério “chamou a si os que quis, e dentre eles instituiu Doze para estarem com ele e para enviá-los a pregar” (Mc 3,13-14). Por isso, serão os seus “enviados” (é o que significa a palavra grega “apóstolo”). Neles continua a sua própria missão: “Como o Pai me enviou, eu também vos envio” (Jo 20,21). O sue ministério é, portanto, a continuação da sua própria missão: “quem vos recebe, a mim recebe”, diz ele aos Doze (Mt 10,40). Jesus associa-os à missão que recebeu do Pai: como “o Filho não pode fazer nada por si mesmo” (Jo 5,19.30), mas recebe tudo do Pai que o enviou, assim os que Jesus envia nada podem fazer sem ele, de quem recebem o mandato de missão e o poder de exercê-lo. Os Apóstolos de Cristo sabem, portanto, que são qualificados por Deus como “ministros de uma aliança nova” (2Cor 3,6), “ministros de Deus” (1Cor 4,1). (CIC Nº 858 e 859).

Os Bispos, sucessores dos Apóstolos      

          “Para que a missão a eles confiada fosse continuada após sua morte, impuseram a seus cooperadores imediatos, como que testamento, o múnus de completar e confirmar a obra iniciada por eles recomendando-lhes que atendessem a todo rebanho no qual o Espírito Santo os colocara para apascentar a Igreja de Deus. Constituíram, pois, tais varões e em seguida ordenaram que, quando eles morressem, outros homens íntegros assumissem o seu ministério”. “Assim como permanece o múnus que o Senhor concedeu singularmente a Pedro, primeiro dos apóstolos, a ser transmitido aos seus sucessores, da mesma forma permanece o múnus dos Apóstolos de apascentar a Igreja, o qual deve ser exercido para sempre pela sagrada ordem dos Bispos”. Eis por que a Igreja ensina que “os bispos, por instituição divina, sucederam aos apóstolos como pastores da Igreja, de sorte que quem os ouve, ouve a Cristo, e quem os despreza, despreza a Cristo e aquele que Cristo enviou”. (CIC Nº 861 e 862)

O apostolado

                Toda a Igreja é apostólica na medida em que, através dos sucessores de S. Pedro e dos apóstolos, permanece em comunhão de fé e de vida com a sua origem. Toda a Igreja é apostólica na medida em que é “enviada” ao mundo inteiro; todos os membros da Igreja, ainda que de formas diversas, participam deste envio. “ A vocação cristã é também por natureza vocação ao apostolado”. Denomina-se “apostolado” toda a atividade do Corpo Místico” que tende a “estender o reino de Cristo a toda a terra”. (CIC Nº 863)

Conclusão

          “Credo Unam, Sanctam, Catholicam et Apostolicam Ecclesiam” (“Eu creio na Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica”). Que maravilhosa, que felicidade, sermos católicos pela graça do bom Deus. Que firmeza e serenidade professarmos a nossa fé na (“unica Christi Ecclesia... subsistit in Ecclesia catholica, a successore Petri et Episcopis in eius communione gubernata”(“única Igreja de Cristo... subsiste na Igreja Católica governada pelo sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele”) (LG, 8). Pertencemos ao “redil” de Jesus Cristo, à “vinha” do Senhor, à “Construção” e “templo” de Deus, à “Jerusalém celeste”, à “Esposa Imaculada do Cordeiro Imaculado” (Ef 5,25-27), (LG, 6). Só existe uma Igreja verdadeira, para um só Senhor, Mediador e Salvador, fora desta Igreja, a Católica, não há salvação. Esta Igreja é plenamente santa, em sua doutrina, em seus sacramentos, em sua divina liturgia e em seus filhos que se santificaram seguindo seus ensinamentos. É católica, ou seja, universal, porque nela está presente Cristo: “Onde está Cristo Jesus, está a Igreja Católica)” (Santo Inácio de Antioquia). A sua missão e pregar a Boa Nova a todos os povos, em qualquer tempo e a qualquer que seja a cultura a que pertençam. Obedecer o ide do seu Pastor para formar “um só rebanho” (Mt 28,19; Jo 10,16). É apostólica porque foi constituída sobre os fundamentos dos santos Apóstolos e seus sucessores (Ef 2,20;3,5). Esta Igreja é, sobretudo, una com a tríplice unidade de Fé, de culto e de governo. Esta tríplice unidade foi providenciada por Cristo, pela instituição do Primado de Pedro e de seu sucessor, o Santo Padre, o Papa, constituído por ele “princípio perpétuo e o fundamento visível desta unidade na Fé e na Caridade” (Pastor Aeternus” DS, 3051 e LG, 18). O ínclito ‘Doutor da Graça’ Santo Agostinho, bispo de Hipona, no Norte da África afirmou magistralmente: “Alegremo-nos, portanto, e demos graças por nos termos tornado não somente cristão, mas o próprio Cristo. Compreendeis irmãos, a graça que Deus nos concedeu ao dar-nos Cristo como Cabeça? Admirai e rejubilai, nós nos tornamos Cristo. Com efeito, uma vez que Ele é a Cabeça e nós somos os membros, o homem inteiro é constituído por ele e por nós. A plenitude de Cristo é, portanto, a cabeça e os membros; que significa isto: a cabeça e os membros? Cristo e a Igreja” (CIC Nº 795). “Aquele que abandona a Igreja, não espere que Jesus Cristo o recompense, é um estranho, um profano, um inimigo. Não terá Deus por Pai, quem não tiver a Igreja por Mãe” disse São Cipriano. “Quem não ama a Igreja não ama Jesus Cristo” disse o Papa Paulo VI. Numa expressão sublime de amor a Igreja de Cristo, o Cardeal Henri de Lubac afirmou: “A Igreja é a minha Mãe”. Nela eu nasci pelo Batismo, nela eu recebo o Corpo do Senhor, nela eu sou lavado no Sangue pela confissão, nela somos casados, nela recebemos todos as graças... nela viveremos a eternidade”.  Amamos sim, com amor abissal a Santa Igreja Católica e com ela caminhamos na estrada vida e da libertação para melhor conhecê–la, servi-la e honrá-la como obediente filho.

 

Pe. Inácio José do Vale

E-mail: pe.inaciojose.osbm@hotmail.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
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