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02/10/2017
DIA DO ANJO DA GUARDA
...de fato, eles existem e cuidam de nós, protegem-nos, iluminam e governam nossa vida...
 
 
 

Festa aos Anjos da Guarda.


A liturgia de 2 de outubro celebra os Anjos da Guarda desde o século XVI, festa universalizada por Paulo V. Ora, se a Igreja celebra a festa dos Anjos da Guarda é porque, de fato, eles existem e cuidam de nós, protegem-nos, iluminam e governam nossa vida, ajudam-nos como ajudou Tobias. Mas para isso é preciso crer neles, respeitá-los, não os afugentar pelo pecado. A melhor homenagem a nosso anjo é viver uma vida sem pecados, buscando, com a ajuda dele, fazer a vontade de Deus.

 

 


Oferecer ao Senhor nossas orações.


A Tradição da Igreja acredita que nosso Anjo da Guarda tem a tarefa de oferecer ao Senhor as nossas orações, apoiar-nos e proteger-nos dos ataques do diabo, que tenta nos fazer pecar e perder a vida eterna. Então, nada mais importante do que ter uma vida de intimidade com nosso anjo, invocando-o constantemente e colocando-nos debaixo de sua proteção. Desde criança, aprendi com minha mãe esta oração: “Santo anjo da minha guarda, a quem eu fui confiado por celestial piedade, iluminai-me, guardai-me, regei-me, governai-me. Amém.” Nunca deixei de rezar essa oração.


Então, o melhor a fazer é não fazer nada sem pedir a luz, a proteção, o governo do bom anjo que o Senhor colocou como guarda e custódio de nossa vida, do batismo até a morte. É por isso que muitos Papas, como João XXIII, revelaram a sua profunda devoção pelo Anjo da Guarda, sugerindo, como também disse Bento XVI, que expressemos nossa gratidão pelo serviço que ele presta a cada um de nós e o invoquemos todos os dias com o Angelus Dei.

 


O Santo Padre Pio teve um relacionamento profundo com o Anjo da Guarda. São inúmeras as passagens da vida desse santo com seu anjo e com o anjo dos outros. Certa vez, ele disse a uma pessoa: “Nós rezaremos pela sua mãe, para que o seu anjo da guarda lhe faça companhia”. Invoque o seu Anjo da Guarda, pois ele o iluminará e o guiará no caminho de Deus.

 

“O anjo do Senhor acampa ao redor dos que o temem e os salva” (Sl 33,8)
O Catecismo da Igreja diz que “a existência dos seres espirituais, não corporais, os anjos, é uma verdade de fé”. O testemunho da Escritura a respeito é tão claro quanto a unanimidade da Tradição (n.328). Nenhum católico pode, então, negar a existência dos anjos. Eles são criaturas pessoais e imortais, puramente espirituais, dotados de inteligência e de vontade e superam em perfeição todas as criaturas visíveis (cf. Cat. n.330). São Gregório Magno disse que quase todas as páginas da Revelação escrita falam dos anjos.
A Igreja ensina que, desde o início até a morte, a vida humana é cercada pela proteção (Sl 90,10-13) e pela intercessão dos anjos. “O anjo do Senhor acampa ao redor dos que o temem e os salva” (Sl 33,8).
São Basílio Magno (†369), doutor da Igreja, disse: “Cada fiel é ladeado por um anjo como protetor e pastor para conduzi-lo à vida” (Ad. Eunomium 3,1). Isso é, temos um Anjo da Guarda pessoal. Jesus disse: “Não desprezeis nenhum desses pequeninos, porque eu vos digo que os seus anjos nos céus veem continuamente a face de meu Pai que está nos céus” (Mt 18,10).
 
 
Poesia se Santa Terezinha do Menino Jesus:
 
A MEU ANJO DA GUARDA
 
A meu Anjo da Guarda
Glorioso Guardião de minh’alma,
Tu que brilhas lá no céu,
Como pura e doce chama
Ao lado do trono do Eterno,
Tu, por mim desces à terra
E com tua luz me iluminas,
Tornando-te meu irmão,
amigo e consolador.
Conhecendo-me a fraqueza,
Tu me diriges pela mão.
E te vejo, com ternura,
Tirar pedras do caminho.
Tua doce voz me convida
A sempre olhar para o céu;
Mais me vês pequena e humilde,
Mais esplendor tens na fronte.
Ó tu que cruzas o espaço
Mais veloz do que os relâmpagos,
Peço-te, em meu lugar,
Voa até aqueles que amo!
Com as asas seca seu pranto,
Canta que Jesus é bom
E que a dor tem seus encantos
E sussurra-lhes meu nome…
Quero, nesta curta vida,
Salvar irmãos pecadores;
Ó meu belo anjo do céu,
Dá-me teus santos ardores.
Só tenho meus sacrifícios
E minha austera pobreza:
Com os teus gozos celestes
Oferece-os à Trindade.
A ti o Reino e sua Glória
Com os dons do Rei dos reis.
A mim o cibório e sua hóstia,
A mim o tesouro da cruz.
Sim, a mim só cruz com Hóstia.
Com tua ajuda celeste,
Espero em paz a outra vida
E as alegrias eternas.
A minha querida irmã Maria Filomena
lembrança de sua filhinha
Teresa do Menino Jesus e da Santa Face
Rel. Carm. Ind.​
 
 
 

 

 

 
 
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