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11/07/2006
Um casal perfeito
 
 
 

    O casal Manoel e Joana era conhecido por sua bondade, honradez, seriedade, honestidade e tantos outros atributos: um casal a ser seguido!

Batalhavam no dia a dia, no cultivo de hortaliças que vendiam a supermercados, restaurantes e lanchonetes da região.
Tal trabalho exigia seu esforço de sol a sol, e de fato, já antes deste astro nascer já os dois estavam na “roça” e de lá saíam à noite!
Seus filhos ajudavam e, assim, produziam o sustento para toda a família.
Manoel e Joana trabalhavam também na Paróquia, no Ministério da Eucaristia, Ministério de Música, Administração...
E participavam das orações na Capela do Pequeno Cenáculo...
Formavam um casal perfeito, exemplo de vida e amor demonstrados já a quase 30 anos de vida matrimonial!
Contudo, ali também o inimigo resolveu agir e, aos poucos, Manoel começou a deixar de freqüentar a Capelinha, ficando pelo caminho, ou mais precisamente, parando no bar para jogar baralho ou bocha, enquanto Joana seguia até a capela.
-“Seu” Manoel, o senhor está se afastando de Deus!
-Que nada! Estas diversões que participo são sadias e, além disso, todos precisamos de momentos de lazer, descontração...
E deixou completamente de freqüentar as orações, para acompanhar os amigos de bar... Estes o levaram a outros caminhos: outros bares, danceterias, badernas, prostíbulos...
E acabou deixando esposa e filhos, indo morar com uma jovem...
O desconcerto da família foi geral!
A repulsa de nossa parte foi imensa: tantos anos de luta - o casal junto – e agora, a mulher, já cansada e maltratada por tanto trabalho duro, foi deixada só!
Manoel não voltou! Não se arrependeu!
Isto aconteceu há um ano, e hoje ocorreu o seguinte:
Bernardete, nora deste casal, levou sua filhinha à escola, como sempre faz todos os dias, e seu esposo foi ao trabalho na “roça” da família.
Ao meio-dia, no término das aulas, a menina esperava a mãe, que viria buscá-la! Não aconteceu!
A Diretora levou a menina até sua casa preocupada com o que poderia ter acontecido!
A mãe tinha ido embora: fugira com outro homem!
A história se repete: o ato cometido pelo pai teve resposta no sofrimento de seu filho!
Como fazer agora? O que o pai deve fazer? Que moral terá para aconselhar o filho ou a nora?
E quanto sofrimento acumulado no coração da esposa, agora com mais esta tragédia? E a menina – sua netinha – como fica?
A menina, traumatizada, levará no coração, para o resto de sua vida, a marca da inconseqüência, da irresponsabilidade de seu avô e de sua mãe; a marca da rejeição que amargurará seu coraçãozinho para sempre, e, quem sabe, por quantas gerações?...
“Esta é uma geração má e perversa!”
Mas até quando? Como cortar isso?
À custa do perdão dos que sofrem que, apesar de todas as lutas já vividas, tem ainda a missão de perdoar! Pedir para os agentes do mal, o perdão a Deus, afim de que sejam libertados de seu egoísmo e assim possam ainda merecer os favores do Céu!
Quem tem coragem de perdoar?
A esposa, o filho, a netinha?
Quando terminará a maldição iniciada aqui?
O futuro dirá, e torcemos para que, neste caso, termine ainda nesta geração!
Amém!
Cláudio
 
 
 
 
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