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13/12/2008
A maior fraude da História II
Para entender a ação sinistra dos controladores das finanças mundiais.
 
 
 

Veio o Vigésimo Século e os moneychangers, sempre representados pelos Rothschilds e seus áulicos, já estavam firmemente estabelecidos com seus bancos centrais e sua prática do fractional reserve lending  (empréstimo sem lastro)  em todas as grandes capitais européias.    Era a hora de devotar atenção total aos Estados Unidos da América, a nova nação emergente do mundo.    Ainda não existia um banco central americano, pois as várias tentativas de estabelecê-lo ao longo do século XIX foram infrutíferas.    Finalmente, em 23.12.1913, durante um recesso de Natal do Congresso em que apenas três senadores retornaram à capital, Washington, para votar, foi perpetrado um dos maiores atos de vilipêndio contra o povo americano de que se tem notícia.    Sob a presidência de Woodrow Wilson, um democrata que chegou ao cargo alardeando a bandeira de nunca permitir a criação de um banco central, foi promulgado o Federal Reserve Act  (Ato da Reserva Federal), que instituiu um banco central privado, "disfarçado", não apenas para dominar a emissão de moeda, mas também para cobrar juros sobre essa emissão.  Nada mais do que a milenar prática da usura.  Uma verdadeira quadrilha estava em ação naquela época, dedicada a alimentar o sucesso da prática do fractional reserve lending  (empréstimo sem lastro), que incluía J.P. Morgan  (John Pierpont Morgan)5 e que serviria de fundamento para a passagem tranqüila da legislação que criou o Federal Reserve Bank, o banco central dos Estados Unidos.  Todos foram escolhidos a dedo pelos Rothschild e preparados para esse desfecho em 1913.     Já famoso e muito rico, J.P. Morgan, que circulava com desenvoltura em todos os altos escalões do governo americano, começou a procurar um futuro presidente que apoiasse as idéias dos moneychangers de criar um banco central privado, com a finalidade primígena de lucro.    Foi assim que conheceu Woodrow Wilson, então reitor da universidade de Princeton, no estado de Nova Jérsei.

O Federal Reserve System foi o desdobramento direto dessa aproximação de Morgan com Woodrow Wilson, mesmo diante das várias e infrutíferas tentativas de criar um banco central nos EUA ao longo do século XIX e que resultaram em pelo menos dois presidentes assassinados por oporem-se a essa idéia.  O simples apoio de Wilson às idéias dos moneychangers constituiu um ato de alta traição.  Um dos comentários públicos de Wilson sobre o assunto teria sido o seguinte:  "Todos os nossos problemas econômicos seria solucionados se apontássemos um comitê de seis ou sete figuras públicas e homens espirituosos como J.P. Morgan para cuidar dos assuntos de nosso país".    Essa assertiva confirmou as circunstâncias da verdadeira usurpação que os moneychangers estavam prestes a praticar para adquirir o controle fiscal e monetário dos Estados Unidos.

O deputado republicano Charles A. Lindbergh, do estado de Minnesota, declarou:  "Aqueles que não simpatizam com o poder financeiro dessa turma serão banidos dos negócios e a população será atemorizada com as mudanças nas leis bancárias e monetárias".     Os inocentes cidadãos americanos foram mais uma vez tragados para a noção da criação de um banco central e a conseqüente escravização econômica.     O senador Nelson Aldrich, de Rhode Island, se tornou o líder da National Monetary Commission, composta de moneychangers fiéis a J.P. Morgan.    A finalidade desta comissão era estudar e recomendar ao Congresso Americano mudanças no sistema bancário do país para eliminar quaisquer problemas que surgissem da oposição à intenção primordial de lucro financeiro.    O senador Aldrich era o porta-voz das mais abastadas famílias da América, estabelecidas na costa leste.    Sua filha casou-se com John D. Rockefeller Junior e deles nasceram cinco filhos:  John, Nelson  (que se tornou vice-presidente em 1974), Lawrence, Winthrop e David, depois dono e chairman do Chase Manhattan Bank.    Assim que a comissão foi instalada, o senador Aldrich embarcou num tour de dois anos pela Europa, para consultas com os bancos centrais do velho continente (Inglaterra, França e Alemanha).    Somente a viagem custou aos cofres públicos americanos cerca de US$ 300.000,00, uma soma fabulosa para aqueles tempos.

Logo após seu retorno em 1910, Aldrich reuniu-se com alguns dos mais ricos e poderosos homens americanos em seu vagão ferroviário privativo e todos partiram secretamente para uma ilha na costa do estado da Geórgia, Jekyll Island.    Junto com eles viajou um certo Paul Warburg, que recebia um salário de US$ 500.000,00 anuais pago pela empresa Kuhn, Loeb & Co., para conseguir a aprovação da lei de criação do banco central americano e era sócio de ninguém menos do que o alemão Jacob Schiff, neto do homem que se associou à família Rothschild em Frankfurt.    Na época, Schiff estava envolvido na derrubada do czar russo, empreitada que custou uns US$ 20 milhões e iniciou a revolução bolchevique que desaguaria na União Soviética.

Essas três famílias financeiras européias, os Rothschilds, os Schiffs e os Warburgs estavam todas ligadas pelo matrimônio ao longo dos anos, assim como os Rockefellers, Morgans e Aldrichs nos EUA.    O segredo desta reunião insular na Geórgia foi tão grande que os participantes foram instruídos a usar somente seus primeiros nomes para evitar que serviçais e criados descobrissem suas verdadeiras identidades.

Anos depois, um dos participantes dessa secretíssima reunião, Frank Vanderlip, presidente do National City Bank of New York e representante e protegé da família Rockefeller, confirmou a realização do evento.    Citado numa reportagem do jornal Saturday Evening Post de 09.02.1935 ele disse: "Eu me portei secretamente e furtivamente como qualquer conspirador.    Nós sabíamos que se vazasse qualquer informação de que estávamos impondo ao Congresso Americano uma nova legislação bancária não teríamos a menor chance de sua aprovação".

A idéia principal da reunião em Jekyll Island era desdobrar a intenção principal de reintroduzir um banco central privado para controlar o dinheiro dos Estados Unidos.  Não para o povo americano, mas para os moneychangers da Europa e de Nova Iorque.    A atração do fractional reserve lending  (empréstimo sem lastro)  era simplesmente irresistível para os gananciosos argentários.    Essa conspiração dos banqueiros privados americanos para seqüestrar a economia americana se tornava cada vez mais importante diante da competição dos pequenos bancos estatais do país.    Como o próprio senador Aldrich diria anos depois:  "Antes da promulgação do Federal Reserve Act (em 1913) os banqueiros nova-iorquinos dominavam apenas as reservas monetárias de Nova Iorque.  Agora controlamos as reservas do país inteiro."     John Rockefeller disse a respeito:  "A competição é um pecado, temos que demovê-lo".

O crescimento da economia americana prosperou e as grandes corporações do país começaram a se expandir a partir de seus fabulosos lucros.    Como os moneychangers não possuíam voz ativa sobre essa expansão, que se processava em nível corporativo longe de seus tentáculos, pois a indústria estava se tornando independente deles, algo tinha que ser feito para mudar a situação.  O nome do banco central americano consagrado naquela reunião secreta de Jekyll Island, na Geórgia, Federal Reserve Bank, foi escolhido para dar a impressão de que a instituição era pública, sem fins lucrativos e para administrar a economia americana em nome dos cidadãos contribuintes. Ledo engano.  O nome foi apenas uma cortina de fumaça para esconder a intenção monopolista e opositora à concorrência da nova instituição, que tinha a exclusividade de imprimir as cédulas do dinheiro americano, criando dinheiro do nada, sem quaisquer lastro ou reservas e emprestando-o às pessoas sob juros.

Mas como é mesmo que o Fed cria dinheiro do nada?  Comecemos com os bonds, ou letras do tesouro.    São promessas de pagamento (ou IOUs, no acrônimo em inglês, originado de I owe you, "eu devo a você").    As pessoas compram esses títulos para garantir uma taxa de juros segura no resgate futuro.     Ao final do prazo do papel, o governo repaga o valor principal mais juros, e o título é destruído.     Atualmente existem cerca de US$ 5 trilhões desses papéis em poder do público. Agora, eis os quatro passos adotados pelo banco central americano para  criar dinheiro do nada:

O Federal Open Market Committee  (Comitê Federal do Mercado Aberto)  aprova a compra de letras do Tesouro Americano no mercado aberto.  Esses títulos são comprados pelo banco central americano, o Federal Reserve Bank.  O Fed paga pelos títulos com créditos eletrônicos emitidos em favor do banco vendedor.    Esses créditos não têm origem, não possuem qualquer lastro.    O Fed simplesmente os cria e os bancos utilizam esses depósitos como reservas.  Como segundo a prática do fractional reserve banking6 ou FRB, os bancos podem emprestar  dez vezes mais do que o valor efetivo de suas reservas e sempre a juros, rapidamente eles conseguem produzir dinheiro do nada quando os tomadores começam a pagar os seus empréstimos.    Que por sua vez surgiram do nada.  O sistema FRB permite aos bancos  não  ter lastro em caixa equivalente aos depósitos dos clientes, vale dizer, se todos os correntistas resolvessem sacar o seu dinheiro o banco não teria como pagá-los, como aconteceu no  crash  da bolsa de Wall Street em 1929, do qual os moneychangers foram os únicos beneficiários e retomaram todas as propriedades e os bens do povo americano para revendê-los nos anos seguintes com grande lucro.

Desta forma, se o Fed adquirir, digamos, US$ 1 milhão em títulos, este valor se transformará automaticamente em US$ 10 milhões, do nada, sem qualquer lastro ou cobertura.    O Fed simplesmente aciona sua gráfica e "imprime" os outros US$ 9 milhões e começa a emprestar o dinheiro a juros no mercado, através da rede bancária comercial.    Assim, o banco central americano cria 10% do total desse  dinheiro novo  e os demais bancos criam os 90% restantes.  Isto expande a quantidade de dinheiro em circulação e amplia o crédito e o consumo, levando as pessoas a comprarem mais e gastarem mais, inflando as estatísticas de crescimento nacional.  Mas a verdadeira intenção desta operação é mais sinistra.    Pretende o controle absoluto sobre a economia.

Para reduzir a quantidade de moeda circulante e  provocar uma recessão,  o processo é simplesmente revertido.    O Fed  vende os títulos ao público e o dinheiro sai dos bancos dos adquirentes.  Os empréstimos têm que ser reduzidos em dez vezes o valor da venda porque, como vimos, o Fed criou US$ 9 milhões do nada.

Mas a duvida persiste:  como estas operações deliberadas de inflação e deflação beneficiaram os grandes banqueiros privados que se reuniram secretamente em Jekyll Island para planejar a monopolização do sistema monetário americano e dominar a emissão de moeda?

Simples.    Modificou radicalmente a reforma bancária realmente necessária para criar um sistema de financiamento público livre de dívidas, como os greenbacks7 do pres. Abraham Lincoln, representados por papel-moeda impresso e emitido pelo governo americano durante a Guerra Civil americana (1861-1865), um conflito entre os estados do norte contra os do sul.     Lincoln, tal como seus antecessores Jackson8 e Madison9, era radicalmente contra o estabelecimento de um banco central, pois já conhecia a estratégia dos moneychangers.    Ele favorecia a emissão da moeda nacional diretamente pelo Tesouro, um departamento cuja função era exatamente essa, a de atuar como administrador da corrência do país.    Quando o Tesouro emite moeda, cada dólar impresso vale exatamente isso: um dólar, pois nasce consagrado pela confiança da população e pela certeza de que o dinheiro está sendo emitido sem especulação, sem incidência de juros.    O dinheiro emitido pelo Federal Reserve, por outro lado, é exatamente o oposto.    Traz embutidos juros e tem a intenção firme de lucrar ao ser "emprestado" ao governo, pois é isso o que o banco central faz:  empresta dinheiro ao governo americano a juros.    Em outras palavras, a tão propalada missão de "guardião da moeda", e "banco do povo", conceitos consagrados lá atrás através da criação do Banco da Inglaterra, nada mais é do que lucrar a qualquer custo e ainda controlar a emissão de moeda de um país.  A estrutura do banco central favorece a centralização da oferta de moeda nas mãos de algumas poucas pessoas, com pouquíssimo controle político exercido pelo governo estabelecido.

Desde a proclamação da independência americana que políticos sérios e comprometidos com o desenvolvimento e o bem-estar da população da América se insurgiram contra os moneychangers.    Em carta dirigida ao secretário do Tesouro, Thomas Jefferson disse em 1802: "Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que exércitos armados.    Se o povo americano autorizar bancos privados a controlar a emissão de sua moeda, primeiro através da inflação e depois pela deflação, os bancos e as grandes corporações que crescerão em volta deles gradualmente controlarão a vida econômica das pessoas, privando-as de todo o seu patrimônio, até o dia em que seus filhos acordarem sem-teto, no continente que seus pais e avós conquistaram".

Basta examinarmos o sistema de indicação política do presidente do Fed,  (atualmente Paul Bernanke).    O chefe do Fed é indicado pelo presidente da república, mas tem mandato de 14 anos, separado da autoridade eleita pelo povo, muitas vezes perpetuando-se no cargo.  Notórios presidentes do banco como Paul Volcker e Alan Greenspan constituem os verdadeiros "xerifes" da economia americana, e, por conseguinte, exercem influência planetária.

A criação do Federal Reserve Bank em 1913, consolidou definitivamente o controle dos moneychangers sobre o sistema financeiro americano, impedindo o retorno de uma política monetária de financiamento público livre de dívidas como os greenbacks de Lincoln e permitindo aos banqueiros criar 90% do dinheiro dos Estados Unidos baseado apenas no conceito de fractional reserves  (reservas fracionais, sem lastro que garantisse a totalidade dos recursos)  e emprestá-lo a juros.    Menos de duas décadas após sua criação, a grande contração de crédito realizada pelo Fed no início dos anos 30 do século XX causaria a Grande Depressão de 1929.    A independência do Banco Central americano só aumentou desde então, através da promulgação de inúmeras novas leis.    A estratégia para enganar o público e fazê-lo pensar que o Fed era controlado pelo governo foi a criação de uma junta governante  (board of governors)  apontada pelo presidente do país e aprovada pelo senado.    Os banqueiros tinham apenas que garantir que seus correligionários fossem os escolhidos para a junta, o que não era difícil, já que os banqueiros tinham dinheiro e dinheiro compra influência política em qualquer lugar do mundo. (continua)

 

 
 
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