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29/08/2005
Capela do Pequeno Cenáculo
Devem fazer a Capela
 
 
 

INÍCIO DO CARISMA

Em 15 de Junho de 1997, iniciamos Norma e eu, as Quinze Orações de Santa Brígida, em favor das almas do purgatório, conforme nos foram passadas por uma grande amiga – Marlene. Palmira já havia iniciado em 04 de Junho, tão logo recebera, mas Norma e eu iniciamos agora.

Norma não conseguia chegar ao término das orações, pois um mal estar se apossava dela: tremia, se angustiava, a pressão arterial subia e descia descontrolada, chegando até a causar convulsão! Ouvia gargalhadas que diziam: “Não adianta rezar porque está tudo perdido”. Parávamos a oração e caminhávamos pelas ruas, ou pela praia, muitas vezes de madrugada, fazíamos exercícios, e isto levava uma hora ou mais, até que Norma voltasse ao normal, o que acontecia com muito custo.
Depois dormíamos, e no dia seguinte tudo se repetia.
Num certo dia, Norma viu as Imagens de Jesus e da Virgem Maria se transformarem, contorcendo-se, deixando-a com muito medo, a ponto de não querer mais continuar as orações.  Percebíamos que “alguém” ou “alguma coisa” não nos queria deixar rezar.
E paramos realmente de rezar as Quinze Orações.
Isto, porém, durou alguns dias, pois lembramos: Estas orações são fortes demais, e, por isso, causam furor aos inimigos. Se são fortes, são eficazes e se desagradam aos demônios, agradam a Deus! Os sintomas indicam que são ataques dos inimigos que não querem que salvemos almas!
Resolvemos então lutar contra eles, rezando agora, de dia! E, com muito esforço de Norma, reiniciamos e recuperamos o atraso. O demônio cessou de atacá-la e passou a me atacar: meus ouvidos pareciam crescer, minha cabeça ferver... E eu ouvia vozes: Não rezem! Não adianta rezar pelos mortos. Os pecadores não se salvam depois da morte! Os que não cumpriram a Lei de Deus são todos meus! ( ? )
Rosnavam furiosamente, ruídos ensurdecedores, gritos lancinantes me feriam ferozmente... Seriam as almas? Mas “alguém” me sussurrou aos ouvidos:
“Almas do inferno, não descem aqui!”
Esta voz foi nítida!
“Sou São Miguel!”
Os demônios se faziam passar por almas e diziam não ser preciso rezar por elas, mas o Céu nos garantia: “Almas do inferno não descem aqui!”
Então são os demônios que nos atormentam e não as almas!
Este primeiro ensinamento nos deu forças para continuar, pois percebemos que as almas são muito importantes para Deus! E pedi à Norma e Palmira: se preciso for, me amarrem aos pés da cama ou da mesa, mas não interrompamos as orações. Precisamos vencer!
A partir deste dia, São Miguel me acompanhava sempre, ensinando-me sobre o purgatório e a necessidade de rezar por ele.
E definitivamente, o Carisma foi colocado em mim... em minha vida!
Percebemos, então, que este carisma deveria acontecer com Norma, pois a ela o Céu abordara antes, mas ela, com muito medo renunciara, pedindo a Jesus que afastasse dela, tais ataques dos inimigos e, assim, foi atendida, pois Deus não obriga a ninguém a qualquer missão. Contudo, recebeu outros carismas...
Em 23 de Março de 1998, Nossa Senhora se manifesta, pela primeira vez, com uma mensagem ditada a mim, e entre outras coisas, pedia a construção de uma capela.
Foi-nos muito difícil entendermos isto, pois estávamos cheios de dívidas: luz, água com contas atrasadas, prestação na loja de material de construção, já que construíamos uma casa... Meu salário de aposentado...
Norma tinha uma pequena confecção de roupas e aqui atendia a muitos clientes e isto fazia equilibrar nossas contas. Mas Nossa Senhora disse:
“Norma deve deixar de trabalhar. Devem fazer a Capela para poderem atender às pessoas que precisam de ajuda e orações.”
Fazíamos orações nas famílias, quase diariamente, e muitas pessoas começaram a nos procurar em casa e preferiam que os encontros fossem aqui. E, na sala de confecção, eram afastadas as máquinas e feito um altar improvisado no centro. No entanto, Nossa Senhora insistia:
“Devem fazer a Capela!”
E disse como:
“Deve ser pequena, simples, aconchegante, nas cores branca e azul...”
Parar de trabalhar, com dívidas e ainda construir uma capela! Isto nos parecia grande demais e até impossível... E levou alguns meses até aceitarmos o insistente pedido da Mãe de Deus! Resolvemos fazer a Capela.
Norma mandou suas máquinas para Blumenau - doou-as para as filhas- e decorou a sala com cortinas, véus, flores, e assim, o local foi usado como Capela por muito tempo.
 
Mas Norma tratou logo de preparar a construção, como Nossa Senhora pedia, e assim, comprou “fiado” nas lojas de materiais e, ela mesma, deu início às obras: foi pedreira, carpinteira, pintora, colocadora de pisos, etc.
Muitas vezes, embora suados e empoeirados, as pessoas nos procuravam para orações e então largávamos tudo e as atendíamos com carinho. E muitas destas pessoas voltaram mais tarde, desejando retribuir de alguma forma as graças alcançadas, como foi o caso do pintor, trazido aqui por amigos, quase desmaiado de dor e que teria de ser operado de uma úlcera gástrica. Agora, curado, quis retribuir e se ofereceu para pintar toda a capela. E assim, à medida que a construção caminhava, as pessoas se apresentavam querendo ajudar. De fato, Nossa Senhora nos havia dito:
“Deus enviará corações generosos...”
Após vários dias de muitas chuvas, a entrada da Capela se encontrava cheia de lama, dificultando a passagem das pessoas, e comentávamos Norma e eu, da necessidade de serem colocadas britas, porém, já estávamos com muitas dívidas pelos materiais de construção, forro, bancos e ainda teríamos de comprar alimentos para as pessoas que viriam de longe para a inauguração. Além disso, Norma havia prometido aos fornecedores que os pagariam no dia 13, embora ela mesma não compreendesse como poderia falar isto, já que não havia recursos e não tínhamos de onde tirá-los.
Neste mesmo dia, este fato aconteceu: Uma senhora, que não quer ser identificada, fazia suas orações diante do Santíssimo na Matriz de Porto Belo e indagava a Jesus sobre a veracidade ou não, das mensagens de nosso livro Salvai Almas, quando ouviu de Jesus, em seu coração:
“Você não só deve ler o livro, como deve ajudar na obra!”
Esta senhora procurou  Norma, ficou sabendo de nosso trabalho e perguntou no que poderia ajudar. Norma apontou o terreno cheio de lama, e disse da necessidade de ser colocada brita ali...
- Cem reais dá?
E com cem reais foram compradas as britas...e estas se multiplicavam cobrindo então, não somente o acesso, mas todo o terreno em torno da casa, onde precisávamos caminhar.... Louvado seja Deus que multiplicou estas pedras! E no dia da inauguração, as pessoas puderam passar a pé enxuto... Nota-se que, aqui, na praia há terrenos chamados mangues... e este é um deles. Mas as pedras corrigiram isto, e ficou muito bonito todo o local.
A Capela mede 4 x 8. São 32 m2. Portanto, pequena, porém bonita, aconchegante, simples, como Nossa Senhora havia pedido. (colocar a  capela pronta)
A inauguração se deu no dia 12 de Fevereiro de 1999, com a presença de muitas pessoas, vinda de diversos lugares do Brasil, que aqui chegaram desde as primeiras horas da manhã, e assim, durante todo o dia, Norma, eu, Palmira, Arnaldo, Marlene, atendíamos a todos, que se dividiam em pequenos grupos, e até às 3 horas da manhã do dia 13, recebemos pessoas que se hospedaram em nossa casa.
  Foi um lindo dia: 6 horas, a Oração do Ângelus; 9 horas, as Quinze Orações; Meio dia, o Angelus; 15 horas a Via Sacra; 18 horas, o Angelus; 19 horas, a Santa Missa na Igreja Matriz Bom Jesus dos Aflitos, de Porto Belo, concelebrada pelos Padres Alfredo e Ozenildo, de São Paulo e Curitiba, respectivamente. Após a Santa Missa, a carreata com a Imagem de Nossa Senhora Rosa Mística, até a Capelinha, que recebeu o nome dado pela própria Nossa Senhora: Capela do Pequeno Cenáculo Nossa Senhora Rosa Mística.
Vale aqui relatar um verdadeiro milagre acontecido neste dia: um senhor pediu à Norma, uma caixa de livros, porém esta percebeu que havia apenas 20 livros e os deu a ele. Desejando pagar, Norma disse que “aqui na Capela não vendemos... não cobramos, por isso, o senhor pode levá-los.” Mas o homem retrucou: de graça não posso levá-los, pois os livros custam caro. Então Norma o orientou para pagá-los ao Arnaldo, pois ele custeia todos os livros. Mas o Arnaldo aconselhou a doar então o valor para a capelinha, já que houve despesas com este evento, inclusive para a alimentação. Então o tal senhor colocou um cheque no bolso do Cláudio sem que este percebesse.
No dia seguinte, após as orações da manhã, eu perguntei a Norma se havia dinheiro suficiente para saldar as dívidas, conforme ela havia prometido aos fornecedores: que os pagaria no dia 13. Ela respondeu: se eu tiver 3 reais é muito! E, com olhar brincalhão, olhou para mim, e sorrindo perguntou: Acaso você tem? Respondi que se eu tivesse 5 reais seria muito, mas quando me preparava para tomar banho, percebi no bolso da camisa, junto aos bilhetes de pedidos de orações das pessoas, um cheque cujo valor me deixou pasmo, e o apresentei à Norma.
-Meu Deus – ela disse – este é justamente o valor que preciso para pagar as contas dos bancos, do forro e dos alimentos!
O milagre se complementa: - como trocar um cheque de tão alto valor, do Rio Grande do Sul, já que aqui somos pouco conhecidos? E Norma apresenta o cheque no Supermercado para pagar a conta, alegando precisar do troco em dinheiro. A Gerente, olhando-a,  falou: Está bem!
Considerando que ninguém age desta forma, viu-se ali, a Mão de Deus agindo, através desta pessoa.
Com o troco, Norma conseguiu pagar as outras contas: os bancos e o forro. Saindo dali, dirigiu-se à loja de Materiais de Construção, afim de pedir que aguardassem até a data de meu pagamento, quando deixaria de lado os talões de água, luz, prestação da casa... Ficou espantada quando disseram: a conta já está paga! Está tudo pago! Como poderia isto acontecer, já que somente Norma e eu sabíamos desta conta?
Hoje temos outra capela, mas a Capelinha é procurada por muitos, pois realmente fez guardar na lembrança a paz que irradia e gravou no coração de cada um, a certeza da presença de Nossa Senhora e do Amor que Ela tem e os faz sentir.
Uma pequena Capela que já testemunhou grandes conversões!
Uma Capela simples, como Nossa Senhora  pediu, porque, como Ela diz:
“Deus é simples!”
-A Capela é pequena, Mãe. A Senhora pediu uma Capela muito pequena!
“Aqui só virão pessoas que Eu trouxer! Um dia virá um engenheiro e fará uma capela maior!”
Muitas graças já aconteceram aqui. Pessoas de muitos lugares do Brasil e de alguns países vizinhos, aqui receberam curas, conversões, tiveram suas vidas transformadas, tanto espiritual como fisicamente. E muitas encontram as graças que procuram... e os remédios para seus males.
Louvado seja Deus. Amém!
 
 
 
 
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