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21/06/2008
Jesus alegra as almas bem-aventuradas
As ações do Filho de Deus durante a eternidade.
 
 
 

 

COMO JESUS ALEGRA AS ALMAS BEM-AVENTURADAS

        No céu exerço o oficio de advogado em favor dos homens junto do divino Pai. Tal ofício alegra também muito as almas bem-aventuradas, por causa de seu desejo ardente de que todos os homens se salvem e entrem no céu, a fruírem da mesma felicidade que elas. Faço também com que todos os beatos possam fruir da visão real de minha humanidade glorificada, o que lhes causa um gáudio inexplicável. Mostro-lhes os tesouros imensos de todas as graças que o divino Pai depositou em mim, os quais, por serem imensos, cada vez mais provocam sua admiração.

       Vêem meu amor para com o divino pai e o do pai para comigo. Sentem sumo prazer ao verem que existe no céu alguém, da natureza humana, que ama a Deus quanto ele merece ser amado e que, sendo homem, é igualmente Deus, pela união hipostática com a natureza humana. Por isto experimentam um prazer e gosto inexplicáveis. Tal prazer é sempre novo, porque sempre descobrem novas grandezas desse amor que, por ser infinito, é inexaurível, persistindo sempre por entender coisas infinitamente sublimes e inenarráveis.

       Vêem a fruição e o sumo aprazimento que o divino Pai tem por minha causa, e por isso, experimentam um novo júbilo e gáudio. Vêem sem véu os segredos de meu coração, por querer eu tratá-los como caros amigos. Por isto sentem satisfação e imenso contentamento. Vêem com toda a clareza o amor infinito, com o qual as redimi ao preço de meu sangue e, relativamente a tanto amor, sentem suma complacência, percebendo até que ponto os amei e sentindo prazer em ver-me inteiramente amor para com eles.            Mostro-lhes igualmente, como estou sempre tributando graças ao divino Pai pelo bem imenso que lhes concedeu, louvando-O e agradecendo-Lhe com novos e sublimes louvores.

       Por isto experimentam também sumo contentamento verificando haver quem, em lugar deles, O louve e Lhe agradeça, quanto Ele merece ser louvado, e deve receber agradecimento. Faço com que ouçam no íntimo a narração de minha complacência neles. Alegramo-nos com mútuos afetos, isto é, eu me alegro com a glória e o bem imenso com os quais desfrutam, e com eles me congratulo; e eles alegram-se por minha exaltação, as sublimes grandezas e os imensos tesouros que a divindade depositou em Mim. E, embora a visão e fruição divinas sejam o seu paraíso e imenso gáudio, apesar disto grande e inexplicável é o aprazimento que faço e farei sempre as almas beatas experimentarem, manifestando-lhes a comunicação dos bens imensos e tesouros infinitos que existem entre mim e o Pai; e a fruição de minha humanidade glorificada tornarse-lhes-a muito mais deleitosa, visto que isto não impedirá, ao contrário, aumentar-lhes-á o gáudio na fruição e na visão da divindade.

        Após o juízo final, quando as mansões bem-aventuradas, estiverem cheias de almas e por ter terminado a geração humana eu não preciso mais de exercer o ofício de advogado em favor dos homens junto do divino pai, nem oferecer os tesouros de meus méritos em remissão e satisfação dos pecados. Então, no céu, revelarei este grande tesouro as todas as almas bem-aventuradas e farei com que aprendam e entendam seu valor.

       Elas, por isto, sentirão uma alegria inexplicável, como de coisa própria, por que eu, de fato, fiz-lhes estes dons com suma liberalidade. E, se então, não exerço o ofício de advogado junto do pai, por não haver necessidade, visto que chegaram todas as almas justas à posse da eterna bem-aventurança, exercerei, no entanto, outro ofício em favor de todos de todos os bem-aventurados: que será de suma fruição para eles, isto é, o render as divinas graças ao divino Pai, por todos os benefícios concedidos a eles, e o de congratular-me com eles pela feliz sorte que lhes tocou.

Em todas as coisas que farei por eles, terão sempre nova fruição, porque verão como operarei de novas maneiras cada vez mais excelentes e sublimes. E Pela divindade, unida mim dar-lhes-ei novas alegrias e isto durante toda a eternidade. A eles há de parecer sempre ser o primeiro momento, o começo do gáudio, e serão cada vez mais felizes e contentes. O que os bem-aventurados fruirão pela visão de Deus, isto é, da Trindade, Deus uno na essência e trino nas pessoas, verás, quando tiveres a sorte de chegar lá, se fores fiel ao teu Deus, e me imitares a Mim, teu Redentor seguindo os exemplos que te tracei e ensinei com tanto amor. Aquilo que te narrei acerca da fruição dada as almas bem-aventuradas é muito pouco em comparação com aquilo que em realidade é em si mesmo, porque te falo segundo tua rudeza e fraca capacidade. Contudo, poderás perceber, mediante isto, algo do muito que  farei para a felicidade das almas bem-aventuradas.

Revelações de Jesus a Soror Maria Cecília Baij

Fonte: A Vida íntima de Nosso Senhor Jesus Cristo.

 
 
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