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03/07/2008
As operações de Jesus na Eucaristia
O que o Filho de Deus opera continuamente no SS. Sacramento.
 
 
 

 

AMOR REPARADOR E EXPIATÓRIO

       Estando no Santíssimo Sacramento da Eucaristia, sob as espécies de pão e vinho, segundo a promessa feita aos discípulos, de ficar com eles até a consumação dos séculos, mantenho-me neste Sacramento com sumo aprazimento meu e gosto do divino Pai, dando expansão, assim, ao imenso amor aos homens. Mediante isto estou amando continuamente, com amor infinito, o divino Pai e ofereço-lhe este amor em nome de todo gênero humano suprindo, com meu infinito amor, aquele que os homens lhe negam e a falta de amor e obséquio, que lhe são negados por tantas infames e celeradas seitas idólatras e inimigas da verdadeira fé. Por meio deste amor continuamente oferecido, o Pai tem sumo gosto e aprazimento, e fica saciado e satisfeito o amor infinito que Ele dedica ao gênero humano. Estou, pois, lhe oferecendo minhas virtudes e perfeições, em suplência por aquelas que as criaturas não querem praticar, e por todas as imperfeições que vão continuamente cometendo. Assim fica satisfeito o desejo do divino Pai de que todos sejam perfeitos. Pelas muitas e graves culpas que os homens incessantemente cometem, ofereço-lhe a dor e a contrição que tive no Horto de Getsêmani, na noite em que começou a minha paixão. Ofereço-lhe também todos os meus méritos, meu sangue derramado com tanto amor, em desconto de todas as ofensas que Ele recebe. Assim se vai aplacando a justiça divina, continuamente irritada, e enquanto, dia e noite, por tantos é ofendida e ultrajada; em lugar de todos, Eu O louvo, bendigo e amo, dando-Lhe sumo prazer e satisfação. Estou, depois, tratando com o divino Pai acerca da salvação de todos em geral e de cada um em particular, impetrando para todos as luzes e as graças necessárias para a salvação eterna. Quantas vezes não cairia o mundo no precipício e na ruína, se eu não detivesse os castigos e não aplacasse a ira paterna! Faço isto continuamente, porque contínuas e graves são as ofensas que o divino Pai recebe por parte dos homens. Quantos males e quantas desgraças não impeço que sucedam no mundo! E se permito que sobrevenha algum castigo aos homens, empenho todos os meios para que se arrependam e façam penitência e não caiam sobre eles castigos maiores. Uno todas as boas obras praticadas pelas almas justas aos meus méritos, e as ofereço ao Pai, impetrando muitas graças para quem as faz. Suporto muitas e graves ofensas que recebo neste divino sacramento, com paciência e longanimidade, em virtude de minha caridade ardente, a qual, por ser infinita, é maior do que todas as ofensas. E visto que o divino Pai fica muito ofendido, ofereço-lhe minha paciência e meu ardente amor a fim de que se aplaque e não aplique às numerosas ofensas que recebo aqui, os merecidos castigos. Mas os castigue com amor paterno e de modo suportável à fragilidade humana. Quando, depois, o divino Pai é forçado a mandar castigos e flagelos por causa da malícia humana, estou sempre reparando e diminuindo, pedindo ao Pai se digne mandar com o castigo também a ajuda da graça, a fim de que o castigado sofra com paciência, em desconto dos seus erros. Outrossim, olho com grande compaixão os pecadores, impetrando do Pai luzes e remorsos de consciência. No intuito de que se convertam, dirijo-lhes chamados e convites à penitência, pedindo ao Pai mandar-lhes ocasiões e ajudas necessárias para se emendarem.  

 Concedo graças

        Não se passa momento algum, sem que eu conceda graças a todos em geral e a cada um em particular. Fixo o olhar com gosto especial em todas as almas fiéis e amantes, as quais me obsequiam neste sacramento. Cumulo-as de graças, fazendo-lhes saborear a doçura do meu amor, ao me receberem sacramentado em suas almas. Uno-me a ela intimamente, encontrando nisto as minhas delícias. Acaricio-as a caros amigos, que me amam fielmente, a saber, manifestando-lhe os segredos do meu coração. Entretenho-me com elas amorosamente e as cumulo de graças e bênçãos. Oh! Quantas graças obtêm as almas justas ao me receberem sacramentado! Tenho, depois, ardente desejo de comunicar-me às almas justas, para enchê-las de dons, favores e graças, e não deixo de inspirar-lhes e convidá-las a virem alimentar-se de mim, seu verdadeiro alimento e conforto. As almas de minhas caras e diletas esposas dão-me sumo gosto e prazer ao se aproximarem de mim e me receberem sacramentado. Tal gosto ofereço ao Pai em nome delas, e elas recebem muitas graças do Pai que as olha com grande amor. Trato-as familiarmente como esposo amoroso, manifesto-me a elas com clareza e quanto mais capazes e dispostas estão, tanto mais cumulo-as de graças e enriqueço-as de méritos. Tenho ainda sumo gosto em atender todas as súplicas que me fazem e conceder todas as graças que me pedem. Não tardo muito em dispensar-lhes as referentes à salvação eterna de suas almas. Estou, outrossim, abatendo continuamente as fúrias dos inimigos infernais, que têm grande ascendência no mundo; dão-na os homens de má vida e sujeitam-se a seu domínio, por meio das muitas e graves culpas que cometem. Estes espíritos rebeldes são por mim flagelados e mantido sob freio. Do contrário, quão grandes males praticariam no mundo, especialmente em relação àqueles que se entregam ao seu poder! Quando as almas justas me recebem no divino sacramento, concedo-lhes graças e fortaleza particular para combaterem contra estes espíritos rebeldes e também para vencerem todas as paixões e apetites sensuais. De fato, concedo às almas que me recebem, em estado de graça, todas as ajudas gerais e particulares. Para com aqueles que me receberem com consciência culpada – os quais cometem culpa mais grave – uso de grande misericórdia por não castigá-los então com a morte e a eterna condenação, como merecem, mas suporto-os pacientemente e espero deles penitência.

 O sacrifício

        Gosto, pois, sumamente de ser oferecido e sacrificado ao divino Pai no sagrado altar, cada manhã, inúmeras vezes. Acompanho as ofertas com aquelas que fiz ao Pai no altar da Cruz e renovo em favor de todos os fiéis os pedidos dirigidos então ao divino Pai. Exerço também neste sacrifício, suma paciência e infinita caridade, deixando-me manusear por mãos indignas de maus sacerdotes, sem castigá-los como merecem, antes suplicando ao Pai deter o castigo merecido por eles. Exerço, depois, um ato de continua obediência ao sacerdote, ao consagrar o meu corpo e meu sangue, e atendendo prontamente as suas palavras. Ofereço esta obediência ao divino Pai, em suplência por todas as desobediências e as faltas dos homens. De fato, estou ali agindo continuamente em benefício de todo o gênero humano e dando gloria ao divino Pai, louvando-O, bendizendo-O, amando-O e oferecendo-Lhe todos os meus méritos, todas as minhas virtudes e perfeições, em nome de todos os fiéis, e, como já disse, impetrando graças e dons para todos. Tudo isto faço com sumo gosto e complacência. Satisfaço, nisso, o amor infinito que dedico ao gênero humano, por cujo amor fiz-me homem, morri na cruz e tornei-me alimento também, neste sacramento.

Revelações de Jesus a Soror Maria Cecília Baij

Fonte: Livro: A Vida Íntima de Nosso Senhor Jesus Cristo.

 
 
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