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22/10/2013
Biografia de Padre Pio de Pietrelcina - VII
Os terríveis sofrimentos do Santo Padre Pio
 
 
 

BIOGRAFIA DE PADRE PIO - VII

 

Cinquenta anos de perceguições

 

A virtude da fortaleza refulgiu vigorosamente no Padre Pio, e ele bem cedo, compreendeu que o seu caminho haveria de ser o da Cruz, e logo o aceitou com coragem e por amor a DEUS. Durante muitos anos, experimentou além dos sofrimentos das suas chagas, os sofrimentos da alma, que suportou com serenidade admirável, com profunda humildade e resignação.

Quando o seu serviço sacerdotal esteve submetido a investigações, frente a acusações injustificáveis e a impressionantes e cruéis calúnias, permaneceu calado, sempre confiando no julgamento de DEUS, através de seus superiores diretos e de sua própria consciência. Foi obediente em tudo às ordens recebidas, mesmo quando eram gravosas. E no meio de toda a admiração do mundo, ele repetia: «Quero ser apenas um pobre frade que reza».

OS IRMÃOS DO CLERO

As perseguições que ele sofreu, foram intensas e orquestradas essencialmente com base na antipatia pessoal, na abominável inveja e no desprezível ciúme, que se transformaram em ódio e na sistemática obstrução ao seu benéfico e eficaz apostolado. Para atingi-lo, utilizaram de todos os meios ilícitos: como acusações infames e mentirosas, calúnias cruéis e horrorosas e violências morais querendo ferir sua honra e seus votos solenes.

Desde a sua chegada a San Giovanni Rotondo encontrou uma feroz hostilidade no ambiente religioso, porque o seu interesse pelas coisas sagradas e a intensidade de sua atividade apostólica, colidiu e incomodou a frouxidão e a vergonhosa negligência do clero local. A população estava embrutecida pelo duro trabalho do campo e primordialmente, pela intensa propaganda comunista e o mau exemplo dos padres.

A direção do Seminário, assim como a direção espiritual dos estudantes, foi confiada ao Padre Pio, que acompanhava dedicadamente os jovens nas orações, no aconselhamento, assim como se dedicava a receber e acolher, as visitas que chegavam ao Mosteiro, manifestando disponibilidade e uma preciosa atenção a todos. Promoveu obras de caridade, incitou grupos de mulheres ao cultivo da oração e rezava diariamente o Terço com a comunidade.

A transformação aconteceu de tal forma, que nos últimos meses de 1916, as suas atividades apostólicas haviam aberto um novo horizonte para todas as famílias, com uma concreta esperança de continua e edificante atuação da Igreja no seio da comunidade e do povo em geral.

Mas, com o esplendor luzidio das primeiras esperanças, brotaram também as abomináveis preocupações. Um grupo de Cônegos da aldeia, habituados a uma vida corrupta ficaram incomodados com a atuação do Padre Pio. Era ainda motivo de irritação dos Cônegos, o fato do Padre no confessionário, reconduzir muitas pessoas ao caminho certo, com uma sincera conversão do coração, inclusive convertendo muitas mulheres que estavam sempreàa disposição como amantes dos Cônegos. Em consequência desta realidade, o aborrecimento e a antipatia do clero se transformou em aversão e ódio contra o Santo Frade. Os Padres da localidade eram na maioria homens trabalhadores e preocupados com sua função sacerdotal, mas eram também comandados pelos Cônegos, que eram ovelhas negras, completamente rebeldes as normas da moral e da justiça. Assim, logo depois que o Padre Pio recebeu as chagas do SENHOR, que produziu um imenso e notável crescimento no fervor religioso do povo, a inveja e o ciúme cresceram muito mais e transbordaram no lado do clero, levando-os a criar um forte movimento para afastar e transferir o Padre Pio para outro lugar. Este foi o primeiro ato de agressão contra ele.

O TERRÍVEL ARCEBISPO PASQUALE GAGLIARDI

Com a natural dilatação do fervor espiritual, agora atingindo as regiões vizinhas, inclusive aparecendo e intensificando as visitas de pessoas, até romarias para confessar, comungar e venerar os estigmas do Padre, os inimigos buscaram reforços para alimentar a sua demoníaca inveja, se aliando ao Arcebispo de Manfredônia, Pasquale Gagliardi, que foi um dos personagens mais discutidos do clero italiano. A Diocese governada por ele era uma grande ruína! Nas cidades, os centros diocesanos viviam totalmente abandonados, o Sacramento da Crisma não era ministrado há anos, a direção dos seminários era confiada aos seus amigos, a professores ineptos, incapazes e de moral muito duvidosa, uma verdadeira lástima, com o perdão da palavra, ele atuava como um eficiente secretário de satanás.

Fazendo uso de sua autoridade eclesiástica, enganou o Santo Ofício com denúncias falsas e infames contra o Santo Frade, induzindo o supremo órgão da Igreja a tomar providências severas e injustas contra o inocente Padre Pio.

Em Roma, os Cardeais favoráveis ao Padre eram muitos, inclusive o próprio Papa Bento XV, mas infelizmente o Prefeito da Congregação Consistorial, o Cardeal Gaetano de Lai, era amigo de Gagliardi desde a infância, e era em suas mãos que chegavam todas as denúncias preparadas e orquestradas pelos inimigos do Padre. O terrível Arcebispo Gagliardi chegou ao absurdo de dizer que os estigmas do Padre Pio “foram forjados e eram frutos de mistificações e fanatismo, produzidos por automutilação, com prejuízo da seriedade da nossa religião”. E encerra o relatório dizendo: “Ou sai o Padre Pio de minha Diocese ou sai o Bispo”. Como se vê ele articulava e tramava violentamente contra o humilde Padre Pio, uma verdadeira guerra satânica.

O Santo Frade continuava o seu apostolado em silêncio, vivendo humildemente, com absoluta obediência a Vontade de DEUS, jamais reagindo aos seus caluniadores e inimigos que queriam destruí-lo. Mas na verdade, a sua "Via Crucis" ainda tinha um longo caminho a ser percorrido.

O ABOMINÁVEL PADRE GEMELLI

Em Abril de 1920, o Arcebispo Galiardi ganhou um poderoso aliado na pessoa do Padre Agostino Gemelli, que estudava os fenômenos psicológicos e tinha algum conceito no meio científico. Ele viajou a San Giovanni Rotondo para ver as chagas do Padre Pio. Entretanto como não levou a necessária autorização, o Santo não quis mostrá-las, e por isso, Gemelli sentindo-se ofendido com a negativa, tornou-se seu inimigo!

O despeitado e vaidoso Padre Gemelli, nos seus artigos e publicações, lançou dúvidas sobre os estigmatizados, atingindo São Francisco de Assis, alcançando a Santa Gema Galgani cujo processo de Beatificação estava em andamento e de tabela, lançou suspeita sobre as chagas do Padre Pio.

A Revista dos Padre Jesuítas “Civiltá Cattolica” tomou a defesa dos estigmatizados e rebateu as teorias absurdas do Padre Gemelli. Mas o Gemelli já tinha amigos no Santo Oficio, inclusive algumas autoridades simpatizavam com ele e acreditavam nas suas “elucubrações”. Então, formou-se o binômio terrível “Gagliardi-Gemelli”, que foi o responsável direto pelas dolorosas medidas disciplinares que foram impostas pelo Santo Ofício, contra o Padre Pio.

OS CÔNEGOS QUERIAM O DINHEIRO DO HOSPITAL

Por outro lado, aquele pessoal ganancioso, que ambicionava uma participação no manejo de tanto dinheiro que chegava para a obra do novo Hospital, a «Casa Sollievo della Sofferenza» (Casa do Alívio do Sofrimento), o qual estava sendo manipulado idoneamente por poucos e honestos administradores da inteira confiança do Padre Pio, eles se aproveitaram dos acontecimentos do momento para apertar o cerco contra o Padre Pio e os administradores da obra.

Então recomeçou uma torrencial chuva de denúncias todas caluniosas e diabolicamente preparadas, que foram encaminhadas à Cúria Geral dos Capuchinhos em Roma, todas elas, destinadas a denegrir a imagem dos atuais administradores da obra, qualificando-os de incapazes e aproveitadores.

Em consequência, a Direção Geral da Ordem, teve que enviar inspetores, que realizaram visitas de verificação e prepararam dezenas de inquéritos, a fim de apurar todas as denúncias. Na verdade, nunca existiu qualquer irregularidade na obra e, embora os Superiores da Ordem estivessem absolutamente certos da idoneidade e santidade do Padre Pio e da correta escolha dos administradores do empreendimento, por força das denúncias arquitetadas, conscientemente eram obrigados a apurar e apresentar os resultados, mesmo que no final nada ficasse provado, como no caso aconteceu, considerando que de fato e de direito, nada existia que desabonasse a conduta do Padre e dos administradores da obra. Concluídos os inquéritos ficou em evidência a mentira das acusações e a maldade daqueles que agiram contra o Santo Frade.

AS MULHERES VAIDOSAS E MENTIROSAS

Existiu também o caso das mulheres vaidosas, que dentro da comunidade estavam se sentindo legadas a um plano inferior pelo Padre, e por isso, andavam enciumadas porque como dizia, o Santo estava concedendo maior atenção as outras pessoas. Elas querendo impor a própria vontade, sem conseguir, decidiram por um caminho odioso, inventar estórias e urdir tramas, inclusive forjar falsos encontros para incriminar o Padre. Elas chegaram ao absurdo de frequentar outros confessionários na cidade e descrever aos sacerdotes confessores, um procedimento imoral e conquistador do Padre Pio, envolvendo-o em romances e acontecimentos, que constituíam um conjunto terrível de calúnias e mentiras diabólicas, visando envolver e destruir a honra do Santo. E na continuidade, escreveram e encaminharam tudo isto, com todas aquelas  estórias inventadas, aos Superiores Hierárquicos da Ordem Franciscana. Era um cruel e pavoroso conjunto de falsas acusações, que tinham o objetivo de forçar as autoridades a remover o Padre para outra localidade.

Sobre o assunto, nada foi provado, ao contrário, ficou provado sim que aquelas mulheres demonstravam uma incandescente capacidade de viver mentindo e inventando estórias absurdas e covardes, somente igualadas aos feitos daquele que é considerado o “pai da mentira” (satanás).

O GRAVADOR NO CONFESSIONÁRIO

Mas os inimigos, os caluniadores e ambiciosos, constituíam um grupo grande e eram verdadeiros facínoras, que não desistiam facilmente, eles queriam mesmo “colocar” uma culpa no Padre, queriam encontrar qualquer coisa que pudesse incriminá-lo, para afastá-lo do controle da Obra do Hospital e reduzi-lo a um isolamento total. Por essa razão, projetaram um teste violento e sacrílego, chegando ao absurdo de colocar aparelhos de gravação na cela do Padre, no refeitório e principalmente no confessionário. Um crime hediondo contra o direito, a justiça, o amor e a liberdade. Foi uma arrumação com todos os ingredientes do maligno, para captar todas as conversas do Padre e “descobrir algo que o incriminasse”. Não descobriram nada, e aquela vergonha veio à tona, embora os “artistas“ trabalhassem ligeiro e tentassem apagar ou ocultar o escândalo, a verdade é que o acontecimento inundou de lama diversos setores da Igreja.

A PESADA MÃO DO SANTO OFÍCIO

E apesar de tudo isto, por incrível que possa parecer, aquelas abomináveis calúnias e todas as denúncias feitas contra o Padre Pio, muito embora mentirosas e inventadas, sem qualquer prova ou evidência, mesmo assim, foram acolhidas pelas mãos criminosas dos inimigos que estavam no Santo Oficio, os quais souberam trabalhar com “eficiência” todo aquele material. O Prefeito da Congregação Consistorial, como já se disse, era o Cardeal Gaetano de Lai, amigo de infância do Arcebispo Gagliardi, e que, também simpatizava com as ideias e teorias do Padre Gemelli. O resultado não podia ser diferente, foi direcionada sobre o Padre Pio de Pietrelcina uma abominável carga condenatória que o proibia praticamente até de exercer o seu ministério sacerdotal, porque não podia receber confissões, rezar com os fieis na Igreja, receber romeiros e muito mais. Foram tantas as condenações, que até foi forçado a interromper o seu benéfico e eficaz apostolado, sendo proibido até de celebrar a Santa Missa em público, em qualquer Igreja, só podendo celebrar na Capela do Convento. Dessa forma, os inimigos do direito e da justiça conseguiram com mentiras escandalosas e calúnias, encarcerar, isolar, escorraçar com pesadas repreensões, com diversas notificações, deliberações e decretos do Santo Oficio, o humilde Frade, chegando ao máximo de negar o caráter sobrenatural das suas chagas, assim como, reprovar e punir sua conduta de vida, que era ilibada, cristalina e franciscana.

Os amigos do Padre Pio inconformados com aquela situação, na continuidade dos meses procuraram contato com as autoridades do Vaticano, com aqueles Cardeais que eram amigos e admiradores do Santo Frade. E desse modo, os fatos chegaram ao conhecimento dos Cardeais que estavam mais próximos ao Papa, e assim, eles ficaram sabendo das terríveis punições impostas ao Padre Pio pelo Santo Oficio. Logo levaram as notícias ao Papa Pio XII, que ficou muito nervoso e aborrecido com aquele procedimento, que nem tinha sido submetido a sua anuência. Imediatamente ordenou que a condenação fosse amenizada e fosse instalada com urgência, uma profunda verificação em todos os procedimentos do Santo Oficio em relação ao Santo Frade.

DOENÇA E MORTE.

Mas o organismo do Padre já estava debilitado com tantos acontecimentos negativos, aborrecimentos e dissabores e também, a sua própria condição física não era boa. Acresce o fato que desde a sua juventude, a sua saúde não era muito brilhante e, sobretudo nos últimos anos de vida, declinou verticalmente. Consciente de que sua missão estava chegando ao fim, carinhosamente e com toda humildade se preparou para a “viagem” rumo à eternidade. Padre Pio faleceu sereno, no dia 23 de Setembro de 1968, com 81 anos de idade, em completa paz, ciente de ter cumprido integralmente a missão que o SENHOR lhe confiou. O seu funeral se caracterizou por uma afluência absolutamente extraordinária de pessoas, que vieram de todas as partes do mundo.

No dia 20 de Fevereiro de 1971, apenas três anos após a sua morte, o Papa Paulo VI, dirigindo-se aos Superiores da Ordem dos Capuchinhos, disse: «Olhai a fama que ele alcançou, quantos devotos do mundo inteiro se reúnem ao seu redor! Mas por quê? Por ser talvez um filósofo? Por ser um sábio? Por ter muitos meios à sua disposição? Não! Porque celebrava a Santa Missa humildemente, confessava de manhã até a noite e era a própria imagem impressa dos estigmas de NOSSO SENHOR. “Era um homem de oração e de sofrimento».

Já gozava de larga fama de santidade durante a sua vida, devido às suas virtudes, ao seu espírito de oração, de sacrifício e de dedicação total ao bem das almas.

Nos anos que se seguiram à sua morte, a fama de santidade e de milagres foi crescendo cada vez mais, tornando-se um fenômeno eclesial, espalhado por todo o mundo e em todas as categorias de pessoas.

BEATIFICAÇÃO E CANONIZAÇÃO

Assim DEUS manifestava à Igreja a vontade de glorificar na terra o seu Servo fiel. Não tinha ainda passado muito tempo quando a Ordem dos Frades Menores Capuchinhos empreendeu os passos previstos na lei canônica para dar início à Causa de beatificação e canonização. Depois de tudo examinado, como manda o Motu proprio «Sanctitas Clarior», a Santa Sé concedeu o nihil obstat no dia 29 de Novembro de 1982. Assim, o Arcebispado local pode proceder à introdução da Causa e à celebração do processo de averiguação (1983-1990). No dia 7 de Dezembro de 1990, a Congregação das Causas dos Santos reconheceu a sua validade jurídica. Ultimada a Positio, discutiu-se, como é costume, se o Servo de DEUS tinha exercitado as virtudes em grau heroico. No dia 13 de Junho de 1997, realizou-se o Congresso Peculiar dos Consultores Teólogos, com resultado positivo. Na Sessão Ordinária de 21 de Outubro seguinte, tendo como Ponente da Causa o Ex.mo e Rev.mo D. Andrea Maria Erba, Bispo de Velletri-Segni, os Cardeais e Bispos reconheceram que o Padre Pio de Pietrelcina exercitou em grau heroico as virtudes teologais, cardeais e anexas.

Mas os inimigos do Padre Pio, gente invejosa e enciumada, continuaram a trabalhar contra ele, impedindo o livre caminhamento do processo que atestava a sua admirável santidade, dificultando a organização da documentação necessária ao reconhecimento oficial das virtudes heroicas do Padre, assim como, a legítima apuração dos fatos que testemunhavam a sua intercessão milagrosa junto a DEUS.

Mas as boas e honestas almas também sempre existiram, e quando sentiam ou observavam qualquer interferência maléfica em alguma área, propositalmente desviavam o processo para setores mais competentes e equilibrados. E por isso, aconteceram algumas demoras, mas mesmo assim, todos os processos puderam caminhar sadiamente e tiveram um desfecho natural e correto.

No dia 18 de Dezembro de 1997, na presença do Papa João Paulo II foi promulgado o Decreto sobre a heroicidade das virtudes. Para a beatificação do Padre Pio, a Postulação apresentou ao Dicastério competente a cura da senhora Consiglia de Martino, de Salerno. Sobre o caso desenrolou-se o Processo canônico regular no Tribunal Eclesiástico da Arquidiocese de Salerno-Campanha-Acerno, desde Julho de 1996 até Junho de 1997. Na Congregação das Causas dos Santos, realizou-se, no dia 30 de Abril de 1998, o exame da Consulta Médica e, no dia 22 de Junho do mesmo ano, o Congresso Peculiar dos Consultores Teólogos. No dia 20 de Outubro seguinte, reuniu-se no Vaticano a Congregação Ordinária dos Cardeais e Bispos, membros do Dicastério, e, no dia 21 de Dezembro de 1998, foi promulgado, na presença do Papa João Paulo II, o Decreto sobre o milagre.

No dia 2 de Maio de 1999, durante uma solene Celebração Eucarística na Praça de São Pedro, Sua Santidade João Paulo II, com sua autoridade apostólica, declarou BEATO o Venerável Servo de DEUS Pio de Pietrelcina, estabelecendo no dia 23 de Setembro a data da sua festa litúrgica.

Para a canonização do Beato Pio de Pietrelcina, a Postulação apresentou ao competente Dicastério o restabelecimento do pequeno Matteo Pio Collela de São Giovanni Rotondo. Sobre este caso foi elaborado um processo canônico no Tribunal Eclesiástico da Arquidiocese de Manfredonia-Vieste, que decorreu de 11 de Junho a 17 de Outubro de 2000. No dia 23 de Outubro de 2000, a documentação foi entregue à Congregação das Causas dos Santos. No dia 22 de Novembro de 2001 é aprovado, na Congregação das Causas dos Santos, o exame da Consulta Médica. No dia 11 de Dezembro de 2001, é julgado pelo Congresso Peculiar dos Consultores Teólogos e, no dia 18 do mesmo mês, pela Sessão Ordinária dos Cardeais e Bispos. No dia 20 de Dezembro, na presença do Papa João Paulo II, foi promulgado o Decreto sobre o milagre; no dia 26 de Fevereiro de 2002, foi publicado o Decreto sobre a sua canonização.

No dia 16 de Junho de 2002, durante uma solene Celebração Eucarística na Praça de São Pedro, Sua Santidade o Papa João Paulo II, com sua autoridade apostólica, declarou SANTO o Servo de DEUS Pio de Pietrelcina.

Fonte: www.apostoladodossagradoscoracoes.angelfire.com

 

 

 

 

 

 

 

 
 
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