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22/02/2008
A besta semelhante a uma pantera
Nesta terrível luta sai do mar uma besta semelhante a uma pantera.
 
 
 

Cfe. Apocalipse 13,1-10

       “Filhos prediletos, hoje vos reunis nos cenáculos de oração, para celebrar a festa do Coração Imaculado da vossa Mãe Celeste”. Eu vos chamei de todas as partes do mundo para consagrar-vos ao meu Coração Imaculado e vós respondentes com amor filial e com generosidade.

       Já formei para mim, o meu exército, com os filhos que acolheram o meu convite e escutaram a minha voz. Chegou o tempo em que o meu Coração Imaculado deve ser glorificado pela Igreja e por toda a humanidade. Porque, nestes tempos de apostasia, da purificação e da grande tribulação o meu Coração Imaculado é o único refúgio e o caminho que vos conduz ao Deus da salvação e da paz. Sobretudo, o meu Coração Imaculado torna-se hoje o sinal da minha segura vitória, na grande luta que se combate entre os seguidores do enorme dragão vermelho e os seguidores da Mulher vestida de sol.

       Nesta terrível luta sai do mar, para ajudar o dragão, uma besta semelhante a uma pantera. Se o dragão vermelho é o ateísmo marxista, a besta negra é a maçonaria. O dragão se manifesta no vigor de sua potência; a besta negra ao contrário, age na sombra, se esconde, se oculta, de modo a entrar em toda a parte. Ela tem as patas de urso e a boca de um leão, porque opera em todo o lugar coma astúcia e com os meios de comunicação social, isto é, da propaganda. As sete cabeças indicam as várias lojas maçônicas, que agem em toda a parte de maneira traiçoeira e perigosa. Esta besta negra tem dez chifres e sobre os chifres dez diademas, que são sinal de domínio e de realeza.

        A maçonaria domina e governa todo o mundo por meio dos dez chifres. O chifre, no mundo bíblico, foi sempre um instrumento de amplificação, um modo de fazer a própria voz ser ouvida mais alto, um forte meio de comunicação. Por isso, Deus comunicou a sua vontade ao seu povo por meio dos dez chifres que tornaram sua lei conhecida: os dez Mandamentos. Quem os acolhe e os observa caminha na vida sobre a estrada da vontade divina, da alegria e da paz. Quem faz a vontade do Pai, acolhe a palavra do Filho e participa da redenção consumada por Ele. Jesus dá às almas, a própria vida divina, através da graça, que ele nos mereceu com o seu sacrifício consumado no Calvário. A graça da redenção é comunicada por meio dos sete sacramentos. Com a graça inserem-se na alma germes de vida sobrenatural que são as virtudes. Entre essas as três mais importantes são as três virtudes teologais e as quatro cardeais: fé, esperança, caridade, prudência, fortaleza, justiça e temperança. Ao sol divino dos sete dons do Espírito Santo, estas virtudes germinam, crescem se desenvolvem cada vez mais.

        E assim conduzem as almas pelo caminho luminoso do amor e da santidade. A tarefa da besta negra, isto é, da maçonaria, é a de combater de forma traiçoeira, mas tenaz, para impedir as almas de percorrer esta estrada, indicada pelo Pai e pelo Filho e iluminada pelos dons do Espírito. De fato, se o dragão vermelho age para levar toda a humanidade a desprezar a Deus, à negação a Deus e, portanto difunde o erro do ateísmo, o intuito da maçonaria não é o de negar a Deus, mas de blasfemá-Lo. A besta abre a boca para proferir blasfêmias contra Deus, para blasfemar o seu nome a sua morada, contra todos os que habitam no céu. A blasfêmia maior de todas é a de negar o culto devido só a Deus para dá-lo às criaturas e ao próprio satanás. Eis porque, nestes tempos, por trás da perversa ação da maçonaria difundem-se, por toda a parte, as missas negras e o culto satânico. Além disso, a maçonaria age, com todos os meios, para impedir que as almas se salvem e assim quer tornar vã a obra da Redenção consumada por Cristo. Se o Senhor comunicou a sua lei com os dez Mandamentos, a maçonaria difunde por toda a parte, com a potência dos seus dez chifres, uma lei que é completamente oposta à de Deus. Ao mandamento do Senhor: - “Não terás outro Deus além de mim” – ela constrói outros falsos ídolos, diante dos quais hoje muitos se prostram em adoração. Ao mandamento: - “Não nominar o nome de Deus em vão” – ela se opõe blasfemando Deus e o seu Cristo, de tantos modos enganosos e diabólicos, até a reduzir o seu nome a uma marca comercial indecorosa e a fazer filmes sacrílegos sobre sua vida e sobre sua divina pessoa. Ao mandamento: - “Lembra-te de santificar as festas” – ela transformado o domingo em “week-end”, no dia do esporte, das corridas, dos divertimentos. Ao mandamento: - “Honrar pai e mãe”- ela contrapõe um novo modelo de família fundado sobre a convivência, até mesmo entre os homossexuais. Ao mandamento: - “não cometer atos impuros” – ela justifica, exalta e faz propaganda de todas as formas de impureza, até a justificação de atos contra a natureza. Ao mandamento: - “Não matar” – ela conseguiu legitimar, em toda a parte, o aborto, a fazer acolher a eutanásia, fazer quase desaparecer o respeito devido ao valor da vida humana. Ao mandamento: - “Não roubar” – ela trabalha para que cada vez mais se difundam os furtos, a violência, os seqüestros e os roubos. Ao mandamento: - “Não levantar falso testemunho” – ela age para que se propague cada vez mais a lei do engano, da mentira, da falsidade. Ao mandamento; - “Não desejar as coisas e a mulher do próximo” – age para corromper profundamente a consciência, enganando a mente e o coração do homem. Desta maneira as almas são incitadas no caminho perverso e mau da desobediência à lei do Senhor, são submersas no pecado e assim são impedidas de receber o dom da graça e da vida de Deus. Às sete virtudes teologais e cardeais, que são o fruto de viver na graça de Deus, a maçonaria opõe a difusão dos sete vícios capitais, que são o fruto do viver habitualmente em estado de pecado. À fé ela opõe a soberba; à esperança a luxúria, à caridade a avareza; à prudência a ira; à fortaleza a preguiça; à justiça a inveja; à temperança a gula. Aquele que se torna vítima dos sete vícios capitais é gradualmente conduzido a tirar de Deus o culto que somente a ele é devido, para dá-lo a falsas divindades, que são a própria personificação de todos esses vícios. E nisto consiste a maior e a mais horrível blasfêmia. Eis porque sobre cada cabeça da besta está escrito um título blasfemo. Cada loja maçônica tem a tarefa de fazer adorar uma divindade diferente. A primeira cabeça leva o título blasfemo da soberba, que se opõe à virtude da fé, e conduz a prestar o culto ao deus da razão humana e do orgulho, da técnica e do progresso. A segunda cabeça leva o título blasfemo da luxúria, que se opõe à virtude da esperança, e conduz a prestar o culto ao deus da sensualidade e da impureza. A terceira cabeça leva o título blasfemo da avareza, que se opõe à virtude da caridade, difundindo em toda a parte o culto ao deus do dinheiro. A quarta cabeça leva o título blasfemo da ira, que se opõe a virtude da prudência, e conduz a prestar culto ao deus da discórdia e divisão. A quinta cabeça leva o título blasfemo da preguiça, que se opõe à virtude da fortaleza, difundindo o culto ao ídolo do medo, da opinião pública e da exploração. A sexta cabeça leva o título blasfemo da inveja, que se opõe à virtude da justiça, e leva a prestar culto ao ídolo da violência e da guerra. A sétima cabeça leva o título blasfemo da gula, que se opõe a virtude da temperança, e conduz a prestar o culto ao ídolo tão exaltado do hedonismo, do materialismo e do prazer. A tarefa das lojas maçônicas é a de operar hoje, com grande astúcia, para levar por toda parte a humanidade a desprezar a santa lei de Deus, a operar em aberta oposição aos dez mandamentos, a subtrair o culto devido ao único Deus, para dá-la a falsos ídolos, que são exaltados e adorados por um número cada vez maior de homens: a razão, a carne, o dinheiro, a discórdia, o domínio, a violência e o prazer.

            Assim as almas são precipitadas na tenebrosa escravidão do mal, do vício e do pecado, e, no momento da morte e do juízo de Deus, no pântano do fogo eterno que é o inferno. Agora compreendeis como, nestes tempos, contra o terrível e insidioso ataque da besta negra, isto é, da maçonaria, o meu coração imaculado se torna o vosso refúgio e a estrada segura que vos leva a Deus. No meu coração imaculado se delineia a tática usada por vossa mãe celeste para contra-atacar e vencer a enganosa trama usada pela besta negra. Poe isso, formo todos os meus filhos a observar os dez mandamentos de Deus; a viver à letra o evangelho; a usar com freqüência os sacramentos, especialmente os da penitência e Comunhão Eucarística, como ajuda necessária para conservar-se na graça de Deus; a exercitar de maneira forte as virtudes, caminhar sempre na estrada do bem, do amor, da pureza e da santidade. Assim sirvo-me de vós, meus pequenos filhos que a mim vos consagrastes para desmascarar todas essas insídias enganosas que a besta negra vos prepara e tornar enfim vão o grande ataque que a maçonaria desfechou hoje contra Cristo e a sua Igreja. “E por fim, sobretudo na sua maior derrota, aparecerá, em todo o seu esplendor, o triunfo do meu Coração Imaculado no mundo”.

 Mensagem de Nossa Senhora ao Pe. Stefano Gobbi, em 3 de junho de 1989

 
 
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