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21/02/2015
Soneto do demônio sobre a Imaculada Conceição
Ou há de se dizer manchado o Filho, ou se dirá Imaculada a mãe.
 
 
 

SONETO DO DEMÕNIO SOBRE A IMACULADA CONCEIÇÃO

 

Em 1823, dois sacerdotes dominicanos, Pe. Bassiti e Pe. Pignataro, estavam exorcizando um menino possesso, de 12 anos de idade, analfabeto. Para humilhar o demônio, obrigaram-no, em nome de Deus, a demonstrar a veracidade da Imaculada Conceição de Maria. Para surpresa dos sacerdotes, pela boca do menino possesso, o demônio compôs o seguinte soneto:

 

Sou verdadeira mãe de um Deus que é filho,

E sou sua filha, ainda ao ser mãe;

Ele de eterno existe e é meu filho, 

E eu nasci no tempo e sou sua mãe.

 

Ele é meu Criador e é meu filho,

E eu sou sua criatura e sua mãe;

Foi divinal prodígio ser meu filho, 

Um Deus eterno e ter a mim por mãe,

 

O ser da mãe é quase o ser do filho, 

Visto que o filho deu o ser à mãe.

E foi a Mãe que deu o ser ao filho;

Se, pois, do filho teve o ser a mãe,

 

Ou há de se dizer manchado o filho, 

Ou se dirá Imaculada a mãe.

 

(Conta-se que o Papa Pio IX chorou, ao ler esse soneto que contém um profundíssimo argumento de razão em favor da Imaculada.)

 

 
 
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