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28/10/2012
Cidade sem divórcios
Saiba como isto se tornou possível.
 
 
 

Em Siroki Bireg, Herzegovina, com 13.000 fiéis, não há um único divórcio. Não se recorda que nenhuma família trenha sido desfeita. Será que a Herzegovina goze de um favor excepcional do Céu? Existe algum truque mágico contra o demônio da divisão?

A resposrta é muito simples! Durante séculos, sob o domínio Turco e, depois, comunista, os Croatas sofreram cruelmente, porque queriam tirar-lhes a fé cristã. Eles sabem por experiência que a salvação lhes vem da Cruz de Cristo; não vem dos projetos de desarmamento, da ajuda humanitária ou dos tratados de paz, embora, por vezes, estas relidades  tragam alguns benefícios.

A fonte da salvação é a Cruz de Cristo! Estas pessoas tem sabedoria, não se deixam enganar quando se trata da vida ou da morte. Por isso, elas ligaram indissociavelmente o casamento à Cruz de Cristo. Fundaram o casamento, que dá a vida humana, sobre a Cruz que dá a vida divina.

A tradição croata do casamento é tão bela que começa a fazer escola na América e na Europa. Quando um jovem casal se prepara para o casamento, não se lhe diz que encontrou a pessoa ideal, o melhor partido. Não! Que diz o Padre? Você encontrou a sua cruz e é uma cruz para amar. Uma cruz para carregar, uma cruz que você não deve rejeitar, mas amar.

Estas palavras pronunciadas na França, deixaria o noivo mudo de espanto, mas na Herzegovina, a cruz evoca o amor e o cucifixo é o tesouro da casa.

Quando os noivos se dirigem para a igreja, , levam consigo um crucifixo.  Este crucifixo é abençoado pelo padre e, durante a troca de compromissos, reveste-se de central importância.

De fato, a noiva pousa a mão direita sobre a cruz. Por sua vez, o noivo põe a mão sobre a da noiva e as mãos ficam assim reunidas sobre a cruz. O padre coloca a estola sobre a mão dos noivos que pronunciam, então, seus compromissos e prometem mutua fidelidade, segundo o rito da igreja. Frei Iozo diz que, depois disto, os noivos não se beijam, mas beijam a cruz. Eles sabem que beijam a fonte do amor.

Quem se aproxima e vê as mãos deles estendidas sobre a cruz compreende que, se o marido abandona a esposa ou ela abandona o marido, é a cruz que eles abandonaram. E quando se deixa a cruz, nada resta; perde-se tudo porque se deixou Jesus. Perdeu-se Jesus.

Depois da cerimônia, os noivos levam o crucifixo e dão-lhe um lugar de honra na casa. Tornar-se-á o centro da oração familiar, porque tem a convicção de que a família nasceu dessa cruz. Se  sobrevém um problema, se há um conflito, é diante desta cruz que os esposos vem  encontrar socorro. Não irão ao advogado, não consultarão um adivinho  ou um astrólogo para resolver e não contarão com um psicólogo para resolver seus problemas. Não! Eles irão diante de Jesus, diante da cruz. Ajoelharão e, diante de Jesus, derramando suas lágrimas, chorarão o seu sofrimento e, sobretudo, trocarão o seu perdão.Não adormecem com o coração pesado porque recorreram ao seu Jesus, ao único que tem o poder de salvar.

Eles ensinarão aos seus filhos a abraçar a cruz de cada dia e a não se deitarem como pagãos, sem terem agradecido a Jesus. Para as crianças, tão longe quanto vão suas recordações, Jesus é o amigo da família que se respeita e que se ama. Estas crianças não recebem ursinhos para abraçar durante a noite para se sentirem em segurança. Mas dizem “boa noite a Jesus” e beijam a cruz. Adormecem com Jesus, não com uma pelúcia. Sabem que Jesus os guarda em Seus braços e nada tem a temer. Seus medos extinguem-se no beijo a Jesus.

Fonte: Ecos de Medjugorie – Março de 2002.

 
 
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